terça-feira, 11 de junho de 2013

O Que Comi em Bruxelas

Marido e eu estivemos em Paris e Bruxelas e, claro, comemos muito! Vou mostrar as fotos aos poucos.

Voltei totalmente apaixonada por Bruxelas!!! É uma cidade linda, antiga e atual ao mesmo tempo, com construções maravilhosas, lugares descolados e, apesar de ser a capital de um país, tem cara de cidade do interior. Eu já sabia que iria amar este lugar, sai do Brasil ansiosa para conhecê-la. Afinal, um lugar que inventou a batata frita, vende waffles pelas ruas, faz um dos melhores chocolates do mundo e ainda por cima é a capital da cerveja não poderia morar mais no meu coração!


A foto acima é da loja da Godiva, aquela dos chocolates maravilhosos, sabe? Esta fica na praça principal, a Grand Place, mas tem muitas outras Godivas espalhadas pela cidade. É claro que compramos caixas e caixas de chocolate, afinal o preço era um terço do que pagaríamos no Brasil. Como passamos por ela no início da manhã, ainda estava sem estômago pra comer doces, mas olha que maravilha são esses cones repletos de morangos fresquinhos banhados em chocolate!


Na hora do almoço, outro clássico: batata frita. Pra mim, a melhor gulodice do mundo. Não troco por nada! A batata frita, apesar de ser conhecida como "french fries" em inglês, foi inventada na Bélgica. Aqui elas são crocantes, perfeitas, e podem ser servidas de diversas maneiras. Escolhemos essa, pois o atendente disse ser mais tradicional: com cebola, maionese e catchup. Pra acompanhar, cerveja! Uma Hoegaarden, legitimamente belga.


Comemos também um sanduíche que se revelou uma verdadeira delícia. Numa baguete o recheio era um palitão de frango empanado, com alface e uma salada de milho, cenoura, tomate e maionese e você escolhia um molho para acompanhar. Coisa dos deuses! Infelizmente, eu não me lembro o nome do lugar, mas tem uma batata frita de tênis e boné no letreiro...


A sobremesa, é claro, foram waffles. Se eu já gosto deles no Brasil, imagina lá. Por 1 euro, você comia só a massa, quentinha. Conforme fosse mudando a cobertura, mudava o preço. Tinha com morango, banana, kiwi, com chantilly, sem chantilly, com chocolate, com caramelo... O que os dois formigas aqui quiseram? Nutella! Então veio ele, quentinho, com a Nutella derretendo por cima. Ai, deus... Essas banquinhas estão em qualquer esquina, são todas iguais. Pense na tentação!


No fim do dia, paramos para tomar uma cerveja. Escolhemos a Delirium Tremens, também famosa (tem até uma filial no Rio). Essa cerveja era feita pelos monges, desde mil duzentos e lá vai tempo. Por isso o bar conserva uma aura antiga, tem cara de taverna, mas cheio de vitrais religiosos, muito doido. Bebemos só dois chopps porque o teor alcoólico deles é cerca de 8%. Ao contrário do que dizem, que os europeus bebem cerveja quente porque faz frio, todas as que tomamos estavam geladas na medida.


A variedade das cervejas belgas é uma coisa impressionante. Entramos em algumas lojas, pois queríamos trazer algumas garrafas para o Brasil e ficávamos confusos com tantas marcas e tipos. Essa aí de cima, por exemplo, era um corredor com um armário igual a este do outro lado, também repleto de garrafas.


Antes de vir embora não resisti, até porque estava fazendo um frio danado, e entramos numa Haggen Daz para um chocolate quente e um último waffle. Pois se revelaram os melhores. O chocolate quente não era doce, tinha chocolate na medida e uma cobertura enorme de chantilly. O waffle veio com chocolate meio amargo derretido por cima, chantilly e um conezinho de biscoito igual aos de sorvete, mas recheado de chocolate.

Sabe criança em parque de diversões? Era eu em Bruxelas. Quero ir muitas outras vezes, até mesmo porque tudo é muito bonito. E se você não dava nada pelo lugar, taí a prova de que merece a sua atenção!

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