sábado, 29 de junho de 2013

Reedição do Cheesecake

Depois de 3 anos de blog fica difícil só postar as receitas inéditas. Até porque às vezes você faz uma versão e descobre que ela é tão boa quanto a original (ou melhor...).


Lembra do cheesecake de doce de leite? Esse é quase aquele. A diferença é só a cobertura, que aqui foi de geleia de frutas vermelhas, a massa e o recheio de cream cheese são iguaizinhos.

Qual é mais gostoso eu não sei, porque essa torta é boa demais...

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Que Comi em Paris - Última Parte

Fiquei muito em dúvida se deveria escrever este post ou não. Mas, como a Ladurée faz sucesso entre os brasileiros, inclusive com uma loja já no Brasil (Shopping JK Iguatemi, em São Paulo), aí está ele. Eu tinha dito que só iria postar os lugares de que gostamos e, definitivamente, não gostamos da Ladurée - apesar de termos amado o doce (sim, no singular).


Acontece que passamos por um constrangimento enorme na loja. Estivemos na filial da Rue Bonaparte, pensando em comer umas delícias e tomar um café. Todas as mesas estavam ocupadas e, por isso, fomos olhar a vitrine de doces e acabei comprando uma éclair, chamada por aqui de bomba, para levar para o hotel. Depois disso, sentamos em uma mesa e fomos expulsos pelo garçom! Sim, expulsos! Ele nos disse que não poderíamos ficar ali se tínhamos comprado os produtos pra viagem, que não poderíamos consumir o que compramos ali e mandou nos retirarmos. 

(Pausa para que você se recupere do choque)

Você pode perceber pela foto de cima que eu sequer tirei o doce da caixinha, só tirei a caixinha do saco para fotografar. E o mais absurdo é que, ainda que eu fosse comer o doce na mesa, o mesmo foi comprado na própria loja onde estávamos. Não trouxemos um produto de outra loja ou de outra marca para consumir ali. Imagine você estar em um Mc Donald's e ser expulso porque comprou o lanche pra viagem e decidiu sentar na mesa para comê-lo. Nem era a nossa intenção, mas...


Por isso, só tenho as fotos da vitrine para mostrar. Foi o que deu tempo de eu tirar antes de sermos postos porta afora. Queria ter provado uma das lindas tortas, porém não pude. E, por causa deste desagradável incidente, também não pus os pés em mais nenhuma loja da marca.


Bem, depois disso, fui expulsa também de uma farmácia, porque passei mal dentro dela (no Brasil, este seria o lugar ideal para ter um princípio de desmaio. Em dois tempos, viria alguém para me socorrer e me oferecer remédios) e vendedora mandou que eu saísse porque estava "atrapalhando o caminho" (!). Sem contar inúmeras outras grosserias que tivemos que aturar dos franceses.

E as pessoas ainda acham que sou doida quando eu digo que não gostei de Paris...

domingo, 23 de junho de 2013

O Que Comi em Paris - Parte 4

O Dia dos Namorados (ou Valentine's Day) é comemorado em 14 de fevereiro no hemisfério norte. Como estávamos em Paris, resolvemos nos dar de presente uma refeição em um restaurante mais renomado. Considerando que o jantar é muito mais caro do que o almoço, optamos por fazer a refeição de dia. E escolhemos o bistrô do chef Alain Ducasse, reconhecido mundialmente por sua dedicação à culinária francesa.

É comum na Europa os grandes chefs terem uma casa menor, com preço mais acessível, em que servem um outro tipo de comida. Em geral, dizem, esses pequenos restaurantes tem grande valor emocional para estes chefs, pois é onde eles podem voltar às origens e servir comida simples. Foi o que vimos neste local, que serve uma comida francesa mais rústica, menos requintada. Porém muito saborosa!


O restaurante, chamado Benoit, oferece um menu de almoço que custa 38 euros por pessoa e é composto por entrada, prato principal e sobremesa. Nada mal para um restaurante elegante, até porque comer em Paris é bem caro.


Marido e eu tentamos variar nos pedidos, para provarmos o máximo de coisas possível. Por isso, ele pediu de entrada uma salada de endívias com presunto de parma, queijo azul e nozes (foto lá de cima). Eu optei pelo velouté de lentilhas, uma sopa delicada, com foie gras de pato e croutons. Confesso que sou chegada numa sopa e essa foi das melhores que já comi na vida.


Para o prato principal, Marido escolheu o chouriço frito com maçãs e purê de batata. O purê era tão lisinho que fiquei impressionada (e comi a metade!). E, segundo ele, a maçã casou perfeitamente com os sabores fortes do chouriço.


Eu escolhi a carne assada com cenouras. Apesar de parecer simples, a carne estava desfiando de tão macia e o molho que veio sobre ele deu um toque magnífico, pois era muito, muito saboroso. Dava vontade de passar um pãozinho, sabe?. Até havia uma cestinha de pães na mesa, mas fiquei com vergonha. Assim como  também vexei de tirar fotos das comidas com a máquina fotográfica, então desculpem pelas fotos, porque foram feitas com o celular.


Na hora da sobremesa, não conseguimos divergir e ambos fomos no trio de tortas. Que coisa maravilhosa! Eram pequenas fatias de três variedades: ganache de chocolate, tangerina e a terceira parecia um creme de queijo com geleia de damasco por cima. Todas perfeitas!


Repararam na louça, que coisa mais fofa? Os garçons nos atenderam bem - para o padrão Paris - e não se incomodaram em falar inglês conosco. Fizemos a escolha certa ao termos optado por almoçar ao invés de jantar no dia dos namorados, já que comemos muito bem e não tivemos que sair na rua na maior friaca...

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O Que Comi em Paris - Parte 3

Estávamos andando perto da Catedral de Notre Dame, já bastante irritados com a lotação de todos os lugares, com fome e com frio, quando Marido me convidou para entrar nessa lanchonete. Que grata surpresa! O Sur Le Pouce é um misto de sanduicheria e café, com mesinhas altas e atendimento super simpático (a dona é portuguesa, então dá pra se comunicar sem precisar arranhar no francês ou torcer pra alguém falar inglês).


Marido foi no clássico Croque Monsieur, que veio acompanhado de salada e batatas fritas deliciosas. Pode não parecer na foto, mas o prato é bem grande, daria até para nós dois. Eu, que não como presunto, pedi um panini de queijo e frango. Olha que coisa mais linda (e muito gostoso também)!


Como você pode ver no site, na porta tem uma vitrine de baquetes e um cozinheiro fazendo crepes na hora. Tem movimento à beça. Fiquei de olho na de Nutella, só que comemos tanto que não sobrou espaço. A melhor parte é que foi bem barato, não lembro exatamente quanto, mas algo em torno de 30 euros, com bebida e serviço (acredite, isso é barato em Paris, ainda mais para uma área turística como essa). Saímos super felizes com os quitutes que provamos e com o atendimento atencioso, coisa rara na cidade... Se você conhecer alguém que vá a Paris, não deixe de indicar este lugar.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O Que Comi em Paris - Parte 2

Paris é conhecida mundialmente por sua culinária, mas muito do que experimentamos lá nem era tão bom assim. Por isso, só vou colocar aqui no blog os restaurantes que gostamos. O que achamos mais interessante foi o Le Relais de l'Entrecote, com três endereços na cidade.

De cara, o cliente já pode achar estranho o fato de não ter cardápio. É servido o menu pra todo mundo, composto de salada como entrada e carne com molho e batatas fritas como prato principal. A única carta que você recebe é para escolher a bebida, de um lado do papel, e a sobremesa, do outro. Até as garçonetes usam o mesmo uniforme, o que faz dele um restaurante ótimo para ir com aquele amigo indeciso.


Logo que você senta recebe um cesto de pães e o prato com a salada. Nela tem alface, um molho de mostarda forte e nozes. Aí a garçonete te pergunta o ponto da carne (sim, isso você pode escolher) e anota na toalha de papel. Assim que você termina a salada chega a carne. 


O entrecote vem no ponto exato que você pediu e acompanha um molho que é inesquecível. A receita é guardada a sete chaves, porém dá pra perceber que tem muitas ervas. A batata frita é crocante e macia ao mesmo tempo e, passada no molho, beira a perfeição. Parece pouca comida, mas não é. Tanto que Marido e eu nem conseguimos chegar à sobremesa.

Quem mora em São Paulo, já deve conhecer os dois restaurantes na cidade que seguem este mesmo modelo: o L'Entrecote de Paris e o L'Entrecote d'Olivier. Ainda não provei, mas já está na minha lista para a próxima visita a Sampa. Sinto saudade enorme dessa delícia...

sexta-feira, 14 de junho de 2013

O Que Comi em Paris - Parte 1

Como eu disse no post anterior, fiz uma viagem à Europa com Marido e Paris foi o nosso destino principal. A cidade é mundialmente conhecida por seus pães e nós provamos alguns.


Marido ama croissants e o predileto dele foi o do Paul. Trata-se de uma rede com muitas lojas na cidade (tem também uma filial em Miami, já comemos lá). Os croissants são realmente incríveis, mas há também sanduíches, sopas e quiches lindas.


O mais interessante é que em qualquer padaria (ou boulangerie) que se entre, você vê uma variedade enorme de pães. Eles não ficam embalados como os nossos - nossa vigilância sanitária já teria fechado todos estes estabelecimentos -, estão sempre à vista, deixando os clientes ainda mais esfomeados.


As vitrines são uma verdadeira perdição. Pães doces com chocolates, frutas, nozes, cremes etc. Baguetes e focaccias recheadas com queijos ou frios, tudo muito bem feito e saboroso. É comum ver pessoas comprando para viagem e nós mesmos levamos um lanche no dia em que visitamos o Palácio de Versalhes.


No quesito doces, quem é formiga fica enlouquecido. Há tortas, tortinhas, bombas de chocolate, muffins, cookies, de tudo um pouco e de inúmeros sabores. Os produtos são muito bem acabados e ficam com uma cara linda, o que chama a atenção e abre o apetite.

Pra mim, era o melhor da cidade, porque nem achei a comida da cidade tão boa assim... Conto mais nos próximos posts.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Que Comi em Bruxelas

Marido e eu estivemos em Paris e Bruxelas e, claro, comemos muito! Vou mostrar as fotos aos poucos.

Voltei totalmente apaixonada por Bruxelas!!! É uma cidade linda, antiga e atual ao mesmo tempo, com construções maravilhosas, lugares descolados e, apesar de ser a capital de um país, tem cara de cidade do interior. Eu já sabia que iria amar este lugar, sai do Brasil ansiosa para conhecê-la. Afinal, um lugar que inventou a batata frita, vende waffles pelas ruas, faz um dos melhores chocolates do mundo e ainda por cima é a capital da cerveja não poderia morar mais no meu coração!


A foto acima é da loja da Godiva, aquela dos chocolates maravilhosos, sabe? Esta fica na praça principal, a Grand Place, mas tem muitas outras Godivas espalhadas pela cidade. É claro que compramos caixas e caixas de chocolate, afinal o preço era um terço do que pagaríamos no Brasil. Como passamos por ela no início da manhã, ainda estava sem estômago pra comer doces, mas olha que maravilha são esses cones repletos de morangos fresquinhos banhados em chocolate!


Na hora do almoço, outro clássico: batata frita. Pra mim, a melhor gulodice do mundo. Não troco por nada! A batata frita, apesar de ser conhecida como "french fries" em inglês, foi inventada na Bélgica. Aqui elas são crocantes, perfeitas, e podem ser servidas de diversas maneiras. Escolhemos essa, pois o atendente disse ser mais tradicional: com cebola, maionese e catchup. Pra acompanhar, cerveja! Uma Hoegaarden, legitimamente belga.


Comemos também um sanduíche que se revelou uma verdadeira delícia. Numa baguete o recheio era um palitão de frango empanado, com alface e uma salada de milho, cenoura, tomate e maionese e você escolhia um molho para acompanhar. Coisa dos deuses! Infelizmente, eu não me lembro o nome do lugar, mas tem uma batata frita de tênis e boné no letreiro...


A sobremesa, é claro, foram waffles. Se eu já gosto deles no Brasil, imagina lá. Por 1 euro, você comia só a massa, quentinha. Conforme fosse mudando a cobertura, mudava o preço. Tinha com morango, banana, kiwi, com chantilly, sem chantilly, com chocolate, com caramelo... O que os dois formigas aqui quiseram? Nutella! Então veio ele, quentinho, com a Nutella derretendo por cima. Ai, deus... Essas banquinhas estão em qualquer esquina, são todas iguais. Pense na tentação!


No fim do dia, paramos para tomar uma cerveja. Escolhemos a Delirium Tremens, também famosa (tem até uma filial no Rio). Essa cerveja era feita pelos monges, desde mil duzentos e lá vai tempo. Por isso o bar conserva uma aura antiga, tem cara de taverna, mas cheio de vitrais religiosos, muito doido. Bebemos só dois chopps porque o teor alcoólico deles é cerca de 8%. Ao contrário do que dizem, que os europeus bebem cerveja quente porque faz frio, todas as que tomamos estavam geladas na medida.


A variedade das cervejas belgas é uma coisa impressionante. Entramos em algumas lojas, pois queríamos trazer algumas garrafas para o Brasil e ficávamos confusos com tantas marcas e tipos. Essa aí de cima, por exemplo, era um corredor com um armário igual a este do outro lado, também repleto de garrafas.


Antes de vir embora não resisti, até porque estava fazendo um frio danado, e entramos numa Haggen Daz para um chocolate quente e um último waffle. Pois se revelaram os melhores. O chocolate quente não era doce, tinha chocolate na medida e uma cobertura enorme de chantilly. O waffle veio com chocolate meio amargo derretido por cima, chantilly e um conezinho de biscoito igual aos de sorvete, mas recheado de chocolate.

Sabe criança em parque de diversões? Era eu em Bruxelas. Quero ir muitas outras vezes, até mesmo porque tudo é muito bonito. E se você não dava nada pelo lugar, taí a prova de que merece a sua atenção!

sábado, 8 de junho de 2013

Pavê de Café e Chocolate

Essa receita devia ter sido publicada há muito tempo, mas como a foto não ficou lá grandes coisas, acabei deixando. Mas o bicho ficou tão gostoso que fiquei com dó de não dar o caminho da perdição.


Usei:

1/2 caixa de biscoito champagne
1 xícara (café) de licor de café
1 lata de leite condensado
a mesma medida da lata de leite desnatado
4 gemas
1 xícara (café) de café forte
100 g de chocolate (no meu caso, era um misto de chocolate ao leite, chocolate branco e avelãs)

Fiz:

Comecei fazendo o creme. Coloquei numa panela as 4 gemas, peneiradas, o leite condensado e o leite. Levei ao fogo, mexendo bem, até engrossar. Reservei. Molhei os biscoitos no licor e arrumei no fundo do pirex. Espalhei o creme morno por cima. Ralei o chocolate e espalhei sobre o creme. Levei à geladeira por 6 horas, para gelar e ficar mais durinho.

Isso é doce pra quem não sabe cozinhar. Muito fácil de fazer! Ai vão algumas dicas: se não tiver licor de café, use outro; se não tiver licor algum, use leite com chocolate em pó; o café precisa estar forte, pra ficar com bastante gosto; se quiser substituir o chocolate por outra coisa, deve dar certo (não esquece de me contar!); a minha geladeira tem uma prateleira em cima que é mais gelada que o resto, um misto de geladeira e freezer, então pus o pavê ali, se você não tiver pode colocar no freezer e tirar um pouco antes de servir.

Bom, eu sou uma pessoa que gosta de café. Se não é esse o seu caso, talvez não curta tanto esse pavê quanto eu. De qualquer modo, é um ótimo jeito de exterminar aquele chocolate que sobrou na geladeira e você não aguenta mais nem olhar. E também é bom pra levar em algum almoço na casa daquela pessoa que sabe que você não manja de cozinha e impressionar.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Moqueca de Dourado

Minha mais feliz experiência em fazer moqueca até hoje. Porque experiência em comer eu tenho muita, adoro! Gosto da baiana (com azeite de dendê) e da capixaba. Como não tinha dendê em casa, enveredei mais para o lado da capixaba, mas na verdade fiz do meu jeito.


Usei 2 postas grandes de dourado, porque só fiz para Marido e eu. Temperei-as com sal, pimenta e limão e reservei. Piquei 4 tomates maduros, 1/2 pimentão verde, 1 cebola pequena e metade de um amarrado de coentro. Comecei então o preparo. Esquentei minha panela de barro, pus uma quantidade generosa de azeite e fritei a cebola. Coloquei metade do tomate e metade do pimentão, sem mexer. Deitei as postas de dourado, com o caldo do tempero e tudo, arrumadinhas na panela. Espalhei por cima o resto do tomate e do pimentão e abaixei o fogo. O tomate solta uma água, que ajuda no início do cozimento do peixe. 

Uns cinco minutos depois, despejei na panela uma garrafa pequena de leite de coco e, com muito cuidado para não despedaçar o peixe, fui levantando a mistura pelas laterais da panela, de modo que o leite de coco chegasse até o fundo, mas não desarrumasse a moqueca. Espalhei o coentro picado por cima e tampei novamente.

Como a panela de barro fica muito quente, o cozimento é rápido, cerca de 20 minutos e a moqueca estava pronta. O peixe solta caldo, o tomate também, então é comum ela ficar aguada. Pegue uma concha e retire cuidadosamente o excesso de caldo. Coloque em uma panela, leve ao fogo baixo e vá adicionando farinha de mandioca fina aos poucos, sempre mexendo. Quando estiver em uma consistência cremosa, desligue o fogo e terá um pirãozinho bem gostoso.

Sirva com arroz branco feito na hora e tenha uma refeição leve, com pouca gordura e muito saborosa!

P.S.: Olha ela na panela como estava linda: http://web.stagram.com/p/426862967467157090_212727440

domingo, 2 de junho de 2013

Molho Barilla

Post feito para indicar um produto que eu adoro e acho que facilita muito a vida da pessoa! Porque, minha gente, trabalhar, estudar, se divertir e ainda ter que cozinhar, lavar, passar etc., não é pra qualquer um não! A praticidade precisa andar junto!


Marido curte um macarrão, herança da origem italiana dele. Então compramos molhos da marca Barilla, que já vêm prontos para usar, é só aquecer e misturar a massa cozida, e, o melhor de tudo, são muito gostosos. Um vidro dá pra usar em um pacote de 500 g de macarrão e custa uns 8 reais no supermercado em que vamos. Tem vários sabores, dá uma olhada aqui. O mais legal, pra mim, é a consistência do produto. Ele gruda no macarrão mesmo, envolve a massa toda e não fica caldo. Tipo aquela macarronada da nona, sabe? Se você puder, prova. Depois me diz.


Ó, tô fazendo jabá não. É só uma dica!