terça-feira, 30 de abril de 2013

Doce de Abóbora com Coco e Requeijão

Gosto de comer esse doces "de compota" com queijo minas. Acho que é costume, coisa de filha de mineira. Mas não tinha em casa nesse dia e adaptei com requeijão, pois já tinha visto em uma revista da Nestlé. Ficou bem gostoso!


Pra fazer o doce, levei ao fogo uma panela com 250 g de abóbora moranga descascada e em pedaços e 150 g de açúcar. Dizem que se deve usar a mesma medida de abóbora e de açúcar, mas quando vi quanto eram 150 g achei que não deveria usar mais. E não precisou mesmo.

A abóbora solta bastante água, então não precisa colocar. Só deixa no fogo e vai mexendo, pois o açúcar caramela, mistura no caldinho da abóbora e ela vai cozinhando aí. Quando a abóbora já estava macia, ajudei, amassando os pedaços que ainda estavam meio inteiros. Isso porque o doce já estava chegando no ponto, mas foi só empurrar com a colher que ela se desmanchou toda. Mexi bem e desliguei o fogo quando começou a espirrar. Juntei 1/4 xícara (chá) de coco ralado e misturei.

Não esperei esfriar ou gelar porque adoro doce quente. Mas confesso que depois que gelou ficou mais gostoso. Aproveita que tá na safra da abóbora e faz essa delícia pra você.

sábado, 27 de abril de 2013

O Que Comi em Buenos Aires - Parte 4

Quando estivemos em Buenos Aires em 2010, assistimos River x Boca em um bar chamado Locos por El Fútbol, na Recoleta. Desta vez, passamos por lá e qual não foi a nossa surpresa quando vimos que tinha aberto uma filial do El Club de La Milanesa. Eu, que amo milanesa, não pude resistir.


Nem pedimos couvert e entrada, porque não estávamos com tanta fome. Quisemos só uma cerveja, que estava intragável de tão quente. Entre as muuuiitas opções de milanesa, de carne e de frango, optamos pela marguerita, com cobertura tal qual a da pizza.

Esse bife da foto deve ter mais ou menos uns 30 cm de comprimento e as batatas fritas vieram como acompanhamento. Marido e eu dividimos sem problema e saímos bem satisfeitos. Não quisemos sobremesa e a pagamos algo em torno de 40 reais.

Não era um bife suculento, a milanesa está mais para algo crocante, por isso é um bife fininho. Se quiser provar, tem muitos dele pela cidade, é só ver no site.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Que Comi em Buenos Aires - Parte 3

Nem ia fazer post sobre este lugar, porque tirei poucas fotos, mas depois fiquei imaginando a dificuldade que um vegetariano - ou mesmo quem quer se desintoxicar um pouco de tanta carne - deve ter para comer em Buenos Aires. Porque o forte da Argentina são as carnes e é o que todo brasileiro quer comer por lá.


Então fica a dica de um restaurante chamado PicNic. É na Calle Florida, esquina com a Peru, bem pertinho da estação de metrô Florida. Foi a minha salvação, num dia em que o corpo pedia muito uma salada, ver este lugarzinho. Parecia uma miragem...


Marido - que não é muito fã de coisas vegetarianas, quiçá veganas, como é a proposta do lugar - preferiu dividir comigo. Eu optei por um sanduíche com pasta de ervas, rúcula e tomate seco e peguei também uma salada grande, com folhas, cenoura, milho e tomate. Entretanto, havia muitas outras opções, com sopas, pratos quentes, sucos e sobremesas. Até cupcake tinha.

Serviu pra matar a fome e a vontade de comer na mesma tacada. Além disso, o ambiente é uma graça, bem calmo e tem muitas mesas, sempre há um lugar pra sentar e descansar das andanças. A comida e água saíram por cerca de 10 reais. Mais um motivo pra não deixar de ir.

domingo, 21 de abril de 2013

O Que Comi em Buenos Aires - Parte 2

Muitas vezes você "descobre" um lugar que muita gente já foi antes. Este foi o nosso caso com o Gran Parilla del Plata. O restaurante é antigo, famoso, mas nós só fomos experimentar agora. E o certo é que voltaremos muitas vezes.


A casa fica em San Telmo e só o ambiente já diz muito. Havia ali um antigo abatedouro, como era comum nesta região, e depois virou um restaurante cuja especialidade, claro, são as carnes. O serviço é ótimo, pois fomos   num domingo, dia em que a vizinhança fica lotada por conta da feira, e conseguimos mesa rápido e um atendimento muito bom.


Recebemos o couvert com os tradicionais e maravilhosos pães portenhos (eles fazem uma boa farinha e sabem fazer pão). Já sabíamos que comeríamos bife e batata frita, porém a dúvida bateu porque o cardápio tem muitas opções. Pedimos um bife de chorizo e uma porção de papas bravas, já imaginando que daria para dois.


A carne veio no ponto, com a maciez que só os argentinos sabem fazer. Muito gostosa! As papas bravas surpreenderam: são batatas cozidas e depois fritas, que ficam bastante crocantes, cobertas por um molho de tomate super apimentado. Para nós, que gostamos de pimenta, foi sensacional, pois deu bem certo com a carne.


Marido quis sobremesa e foi em outro clássico argentino, a maçã. Torta quente de maçã, coberta com calda de caramelho e nozes e acompanhada por uma bola de sorvete de creme. Tive que tirar uma provinha e estava bem saborosa. A conta foi mais ou menos 80 reais, incluindo a Quilmes que acompanhou esta farra gastronômica.

E aí bate aquela dúvida: na próxima vez, voltamos ao restaurante incrível ou vamos atrás de um novo?

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O Que Comi em Buenos Aires - Parte 1

Buenos Aires é uma cidade para a qual tenho enorme prazer em sempre voltar. Já estivemos por lá outras 2 vezes (posts aqui e aqui) e cada vez fica melhor, porque não precisamos mais conhecer os pontos turísticos obrigatórios, agora fazemos tudo com outro tempo.

Desta vez, a visita foi conjugada à Mendoza, cidade também incrível, especialmente para quem gosta de comer - \o/ - e de beber vinho. Estivemos em alguns bons restaurantes, que eu super recomendo - dá pra ver aqui, aqui e aqui.


Uma vez em terras portenhas, sempre aproveitamos para experimentar novos restaurantes. Um deles foi o Cucina Paradiso, restaurante italiano do chef-celebridade local Donato de Santis. Estivemos na unidade Palermo, mas acho que a de Belgrano é bem parecida. A loja é um misto de empório e restaurante, vende produtos italianos, embutidos, antepasto e também pratos.


Pra começar, recebemos um couvert lindo: pães em um saquinho de juta e cogumelos al dente marinados. Acompanhando, uma Birra Moretti, cerveja que até tem aqui no Brasil e que experimentamos no Eataly, em Nova Iorque.


Marido escolheu ravioles de ricota com molho sugo e manjericão. Eu escolhi lasanha à bolonhesa. Note que ela não veio enformada, como é comum para nós, e sim montada, folha sobre folha, entremeada com a carne e regada com muito molho de tomate. 


É claro que depois de tudo isso não houve espaço para a sobremesa e ainda fomos andando até os outlets para fazer a digestão. A conta saiu em torno de 100 reais e só não trouxe uns produtos autenticamente italianos porque fiquei com medo de não passar na imigração, mas que deu vontade de comprar umas delícias, deu.