sábado, 30 de abril de 2011

Sanduíches de Cinema

Achei umas fotos aqui no PC e sempre é tempo de postar. Essa mesa foi feita para um lanchinho aqui em casa, no dia da festa do Oscar. Eu adoro assistir à cerimônia, nem sei bem o porquê. Só que ela acontece sempre aos domingos e muito tarde, o que faz com que eu durma no meio da festa. A solução é chamar outras pessoas pra assistir com a gente, pois aí vamos conversando, comendo, bebendo e ficamos ligados até a premiação do melhor filme do ano.


Fiz vários sanduichinhos porque achei que seria mais fácil de pegar na mesa – ninguém ia ficar na frente da televisão – e de comer também. Fiz cinco tipos, com diferentes Paes e recheios. Escolhemos nomes dos filmes que estavam concorrendo ao Oscar, para ficar bem no clima. Vou postá-los pouco a pouco.


O primeiro é esse: bisnaguinha à la Incêndios. Foi feito de forma simples: bisnaguinha (pãozinho bem infantil, né? A-do-ro!) recheada com fatias de salame (que cortei ao meio, para acomodar melhor) e um grosso fio de molho tártaro da Hellmann’s.

Foi só acomodar no prato e servir. Eu não como salame, então não posso dar meu parecer, mas quem provou disse que estava bem gostoso. Devia estar mesmo, porque fiz dois pacotes de bisnaguinha e não sobrou um sequer.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Massa com Gorgonzola e Nozes

O molho de gorgonzola e nozes é um clássico da culinária. Num dia desses, resolvi fazer pra gente.


Cozinhei um pacottini - se não me engano, da marca Mezzani, que temos usado mais. Em outra panela, coloquei uma caixinha de creme de leite e 1 pedaço de gorgonzola. Não sei qual o tamanho ou peso do pedaço, porque fui provando e colocando mais. É só mexer bem o creme de leite que o gorgonzola se desmancha. Temperei também com um pouquinho de pimenta.

Pra montar o prato, você coloca a massa, despeja o molho de gorgonzola, salpica nozes picadas por cima e finaliza com uma boa camada de parmesão ralado na hora.

Comida rápida, para horas simples, mas não simplórias. Jantar requintado, sem mofar na cozinha. Tudo o que eu mais gosto!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Arroz com Frutas Secas

Gente, olha pra essa foto e diz: não é lindo? Quem fez? Marido, claro, com seu talento para o belo. Eu não sei arrumar assim bonitinho. Mas ele sempre faz a gente comer o prato com os olhos.


O jantar não era nada de muito especial, exceto pelo arroz. Esse empanado de frango, na verdade, era bem ruim. O molho no ramequim é o tártaro, da Hellmanns, que gostamos muito. E o arroz, ele que fez!

É um arroz que começa como todos os outros: refoga com óleo e um pouquinho de alho, tempera com sal. Antes de colocar a água, porém, ele colocou umas uvas passa, que hidrataram enquanto o arroz cozinhava. Depois de pronto, ele misturou nozes e damascos picados.

Foi o nosso jantar de Páscoa. Eu, pessoalmente, trocaria os damascos por batata palha, para dar um croc e ficar menos adocicado, mas fica ao gosto do freguês.

sábado, 23 de abril de 2011

Comidas do Uruguai

Marido e eu estivemos no Uruguai esse ano. Impressionante como as pessoas em geral não dão nada por aquele país... Como estão erradas! O Uruguai é incrível!

Estivemos em três cidades: Punta del Este, Montevidéu e Colonia do Sacramento. Todas maravilhosas, mas Montevidéu é melhor na arte da conquista. Você vai embora melancólico, com vontade de ficar morando ali, naquela calma, naquela paz.

Como não poderia deixar de ser, provamos de tudo. E fotografamos para poder mostrar.


Em Punta, a comida é caríssima, aliás como tudo por lá. É realmente um lugar para os muito ricos. Fomos a um supermercado e havia uma paella gigante sendo preparada para ser vendida aos clientes.


Marido pegou uma boa porção para ele e eu, que não como frutos do mar, escolhi duas saladas, uma de folhas e um salpicão. Pagamos cerca de 30 reais pelo almoço e fizemos um "piquenique" no carro.

Para beber, Fanta Pomelo, refrigerante com gosto esquisito, mas muito vendido no Uruguai e na Argentina.


Em Punta, fomos também ao Il Mondo de La Pizza, uma pizzaria com várias filiais pelo país. A pizza tem a massa grossa, mas é crocante. O interessante é que o queijo vem por cima dos ingredientes do recheio.


Mas a tradição culinária do Uruguai é mesmo a carne, quase sempre feita na parilla, uma churrasqueira meio diferente da nossa.


Na parilla, assam-se também linguiças, rins, estômagos e outras partes menos nobres do boi. E legumes, como pimentões vermelhos e berinjelas. 


Nós vimos poucas pessoas comendo a parillada, que vem com várias partes do boi. Em geral, todo mundo pede os melhores bifes: bife de chorizo (esse aí de cima), bife de lomo, ojo de bife, entrecote etc.


Quando você pede uma carne, espere receber somente a carne. Não vem nenhum acompanhamento, você precisa pedir isto à parte. Marido e eu sempre escolhíamos salada e "papas fritas".


Para bebemorar a viagem, cerveja local, muito boa. Testamos a Patricia, a Pilsen e a Norteña. Todas aprovadíssimas!


De sobremesa, um "helado", na foto o da La Cigale. O clássico local é o de "dulce de leche", que pode ser puro, com brownie, light, com chocolate e muitas outras variações. Marido foi de frutas vermelhas e também estava delicioso.


O prato típico do Uruguai, por incrível que pareça, não é a carne. A carne é o mais tradicional, o mais consumido. Mas aquela iguaria que só o Uruguai tem é o chivito. Trata-se de um sanduíche com um bife de lomo (filé mignon) cortado bem fino, queijo, alface, tomate e maionese. Esse é o básico do chivito. Mas há variações e adições. O que provamos tinha também pimentão vermelho assado, presunto, bacon e ovo cozido. Vem sempre acompanhado com batatas fritas. Eu não quis pensar na hora, mas deve ter umas 5000 calorias...


Há lugares em que os adicionais do chivito ficam expostos em vitrines, como nessa foto. Aqui, você poderia colocar cogumelos marinados, azeitonas, pimentões verdes, pimenta etc.

Não faz muito tempo teve uma promoção da Pluna com passagens para Montevidéu por cerca de 50 dólares. Eu super recomendo! O Uruguai está começando a ser descoberto pelos brasileiros e tem tudo pra ser um grande sucesso. Vá enquanto a tranquilidade do lugar ainda existe.

P.S.: Pra quem quiser ver fotos da viagem, coloquei lá no Facebook.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bacalhau do Antiquarius

Mais uma para a Páscoa. O nome da receita é Bacalhau que Nunca Chega, mas ficou mais conhecido como o bacalhau do Antiquarius. Pra quem não é do Rio, o Antiquarius é um restaurante super chique/caro daqui e que – dizem (porque eu, pobrinha, nunca fui) – a comida é maravilhosa.
 
Não sei sobre os outros pratos e nem sobre esse no original, mas a receita que fiz ficou mesmo gostosa. O modo de fazer você pega aqui.



Fiz algumas modificações. A receita diz que essa quantidade dá para quatro pessoas, mas como tínhamos 6 para almoçar fiz uma receita e meia. Mas se vocês olharem a receita vão ver que 1 quantidade e meia da receita é igual a 30 ovos!!! Fala sério, 30 ovos? Não rola, né? É bacalhau com ovo.

Então não fui fiel... Fiz com 1kg de bacalhau (que eu compro desfiado, como já disse no outro post), 500g de batata palha, 200g de peito de peru defumado (porque não como presunto), 5 cebolas médias picadas, 5 colheres (sopa) de azeite e 1 dúzia de ovos.

Deu bacalhau pra uns 8, pois nós almoçamos bem e alguns ainda jantaram. Como o nosso fogão não é dos melhores, a batata palha não ficou crocantinha, mas todo mundo gostou e isso é o que importa! A Páscoa com os amigos foi, mais uma vez, bem comemorada e bebemorada.

Outras receitas de bacalhau você vê neste post, neste, neste, neste e neste.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Bacalhau com Mandioquinha e Brócolis

Páscoa chegando, no que pensamos? Uma nova receita de bacalhau! Esta é muito boa porque é simples, dá pouco trabalho e, se for servida com um arroz fresquinho, é certeza de comer muito.


Eu compro o bacalhau já desfiado, então é só colocar na água para retirar o sal de véspera. Para essa receita, usei cerca de 400g. Na hora de fazer, descasquei 4 mandioquinhas e coloquei para cozinhar em água e sal. Em outra panela, cozinhei um brócolis japonês, também em água e sal.

Fui arrumando em um pirex camadas de bacalhau, mandioquinha e brócolis. Fiz o molho para regar: 1 cebola picada refogada em 2 colheres (sopa) de manteiga, 1 lata de creme de leite, sal e pimenta para temperar. Sobre tudo isso, um pouco de parmesão ralado e forno!
 
Achei que o meu molho ficou meio ralo, porque o bacalhau e o brócolis soltaram um pouquinho de água no forno. Na próxima, eu deixo apurar mais no fogo e uso o molho bem grossinho. Mesmo assim, ficou delicioso!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sequilhos (ou Brevidades?)

Vi esta receita no site da Nestlé e já fiquei comichando para fazer. Adoro sequilhos e imaginava como seria comê-los quentinhos, recém-saídos do forno, com uma xícara de café... Ai, como seria bom.


No mundo da imaginação, estava tudo lindo. Na prática, nem tanto. Fiz a massa como mandava a receita: misturar uma lata de leite condensado com 2 ovos, 500g de amido de milho, 5 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente, 1 colher (chá) de sal e 2 colheres (sopa) de fermento em pó. Ôpa! Fermento em pó? No sequilho? Mas ele não é meio massudo? Não fica fofinho ou aerado, pensei eu. Devo estar errada, porque a receita do site costuma saber o que diz, disse para mim mesma.

Continuei. Depois de mexer bem os ingredientes mencionados, comecei a despejar a maisena e aí tive que literalmente meter a mão na massa, coisa que não gosto muito, mas por sequilhos eu faço. Fiz bolinhas do tamanho de uma uva, pus na assadeira untada, achatei com um garfo e levei ao forno.

Na foto parece estar do tamanho de uma uva? E a marquinha de garfo em cima, vocês estão vendo? Pois é, o sequilho cresceu e ficou parecendo um cookie, de tão grande. O sabor era bom, mas tava mais pra brevidade do que pra sequilho.

É claro que o biscoito não foi desperdiçado, ou pelo menos tentamos não desperdiçar, porque ele ficou bem quebradiço e era difícil comer sem deixar farelos. Ainda assim comemos tudo porque o gosto ficou bom demais. Especialmente com uma xícara de café...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Fast-Food, Not Junk

Já disse que passei por momentos difíceis no que diz respeito ao tempo. Se não havia tempo pra me divertir, imagina se eu ia morrer na cozinha. Minha saída: fast-food, mas tentando sempre ser um pouquinho saudável.


Comprei um balde de tirinhas do KFC. Marido adora KFC, diz que o tempero é ótimo. Então, trouxe um pra casa. As tirinhas são feitas de peito de frango mesmo, não é processado. E apesar de fritas, são sequinhas, muito saborosas.

Fiz uma salada simples, de alface e tomates-cereja. Ralei por cima queijo parmesão e temperei com vinagre. As tirinhas foram aquecidas no forno, para voltarem a ficar crocantes."Fiz" o jantar em 20 minutos, dos quais 8 foram na fila do KFC... Hehehe...

Fast, fast food.

domingo, 10 de abril de 2011

Salada de Macarrão com Beterraba

Adoro beterraba, mas é o tipo de coisa que quase sempre se come do mesmo jeito. Aqui em casa, eu - geralmente - coloco para cozinhar junto com o feijão. Dessa vez esqueci e quis fazer algo novo.


Fiz então salada de macarrão. A massa, como se vê, é penne. Depois de cozida, coloquei em uma tijela e deixei no freezer um pouquinho, pra gelar mais rápido. Enquanto isso (na sala de justiça... hehehe...), ralei uma beterraba média no ralo mais fino que eu tinha, pra que ela ficasse desmanchando mesmo. Juntei ao macarrão com um pouco de ervilha e 2 colheres (sopa) de maionese. Para dar um saborzinho a mais, salpiquei manjericão seco.

O melhor da beterraba é que tudo fica com uma cor linda. E a bicha é nutritiva! E mais: com esse macarrão, dá pra comer beterraba crua sem ficar com gosto de açúcar!!! A-do-ro!!!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Flan de Coco

A primeira vez que fiz essa receita, eu devia ter uns 10 anos. É tão fácil que qualquer criança desajeitada pra cozinha, como eu era, faz.


No liquidificador, coloque 1 vidro pequeno de leite de coco, 1 lata de leite condensado e 1 de creme de leite (com soro mesmo). Dissolva 1 pacotinho de gelatina incolor conforme as instruções da embalagem e despeje no liquidificador também. Bata bastante porque o creme fica grosso e é preciso misturar bem.

Aí, é só despejar em forminhas (de silicone, no meu caso, o que rendeu umas 18 forminhas) ou em uma forma grande. Não é muito fácil de desenformar não, então se este for o seu objetivo é melhor molhar a forma com água bem gelada e torcer pra tudo dar certo.

Quem gosta, pode colocar uma calda de ameixas ou de frutas vermelhas por cima. Eu gosto assim, que é pra sentir o gostinho do coco.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Salada de Arroz 7 Grãos

Comprei o tão falado arroz 7 grãos. Fiz cozido, como mandava o rótulo, e achei gostoso, mas nada assim incrível. Decidi então usá-lo para fazer uma salada e aí a coisa melhorou bastante.


Pus o arroz, já cozido, em uma tigela e deixei esfriar. Enquanto isso, piquei dois filés de frango sem tempero em cubinhos e refoguei no óleo com um pouco de alho e sal. Juntei ao arroz. Numa frigideira, grelhei rodelas finas de abobrinha no azeite e fui adicionando ao arroz também. Lavei uns 10 tomatinhos sweet e cortei-os ao meio, deixando escorrer um pouco a água em uma peneira. A isso, adicionei mais ou menos 1/2 xícara (chá) de vinagre balsâmico e misturei bem.

Não servi gelada, só à temperatura ambiente. Achei sensacional. Na verdade, é, pra mim, o melhor jeito de fazer esse arroz.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Eu voltei!!!


Oi, gente!!!
.
Vocês já viram a propaganda da Sky com a Gisele Bundchen e o Augusto Madeira, ao som de "Eu voltei, agora é pra ficar, porque aqui, aqui é o meu lugar"? Pois então, é assim que me sinto.
.
Sei que a ausência foi grande, mais de quatro meses sem postar, mas não foi à toa, juro!
.
Quem me acompanhou aqui, sabe um pouco sobre a minha rotina. Tenho dois empregos, o que significa trabalhar 56 horas por semana. Em um deles, sou professora, o que agrava a situação, já que tenho provas pra corrigir, trabalhos para confeccionar e aulas para planejar quando estou em casa.
.
Além do mais, tenho que estudar: faço faculdade, pós-graduação e curso de inglês. Não fosse isso tudo já o suficiente, ainda tem pilates, casa pra cuidar, marido pra afagar, amigos e família para curtir...
 
No final do ano passado, pra piorar, minha mãe precisou fazer uma cirurgia, houve um projeto grande no trabalho para tocar, notas dos alunos para finalizar, provas da faculdade e do inglês para fazer. Isso me deixou esgotada por todo novembro e dezembro.
 
Em janeiro, quando achei que as coisas iam se assentar, Marido e eu decidimos tocar a reforma que o apartamento há muito necessitava e, como toda obra, o que estava programado para o mês de janeiro durou até fevereiro (na verdade, até hoje ainda tem coisa pra fazer).
 
Em março, já no auge do cansaço e do estresse, largamos tudo e fomos fazer uma viagem pela Argentina e pelo Uruguai, porque não havia mais santo que aguentasse!
 
Agora, aqui estou eu, com tudo nos eixos, funcionando como deve ser. E, assim, volto às postagens, às receitas, aos pratos que comi por aí, aos devaneios e tudo o mais.
 
Me aguardem, que eu tô com todo gás!