terça-feira, 31 de agosto de 2010

Macarrão a Pizzaiolo

Segundo o livrinho de onde tirei esta receita, esta é uma boa forma de "emagrecer" a sua massa. As calorias do molho são poucas, mas o sabor é grande e não fica pesado.


Enquanto cozinha a massa de sua preferência, doure 1 dente de alho picado em um pouco de azeite. Junte 1/2 caixa de tomates-cereja cortados ao meio e saltei-os por uns 5 minutos. Tempere com sal e pimenta. Escorra o macarrão, junte-o na panela dos tomates, acrescente folhas de manjericão e, por último, pedaços de queijo branco. Mexa bem e sirva.

Não é nada demais, né? Mas a cozinha precisa mesmo ser elaborada? A gente tem mesmo que se matar para fazer uma comida boa? Eu sinceramente acho que não...

P.S.: Já que o prato principal foi magro, dá pra rolar uma sobremesa, não acha?

domingo, 29 de agosto de 2010

Torta de Iogurte e Palmito

Essa torta tem uma massa bem mais leve que a de um empadão. Acho que é porque é feita com iogurte na massa. E o recheio ficou bem temperadinho, muito bom!


5 colheres (sopa) rasas de margarina light
1 pote de iogurte desnatado
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 cebola picada
1 colher (sopa) de azeite
300g de palmito picado
2 tomates picados
100g de mussarela picada
1 colher (sopa) de salsa picada

Coloque a margarina e metade do iogurte em uma vasilha grande, adicione a farinha e amasse até dar o ponto. Deixe descansar por cerca de 10 minutos. Em uma panela, doure a cebola no azeite e junte os palmitos e o tomate. Refogue por cerca de 5 minutos e retire de fogo. Misture, então, a mussarela, o iogurte e a salsa. Forre o fundo e os lados de uma forma e reserve um pouco da massa. Coloque o recheio. Faça tiras de massa e cubra a torta. Leve ao forno para assar por cerca de 30 minutos.

Ainda dizem que é uma torta light, mas como eu não acredito em nenhuma massa light, comi com culpa mesmo. E não me arrependi, porque estava muito boa. Só servi com uma saladinha pra ficar mais bonito... hehehe...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Sopa mineira (ou a sopa mais fácil de todas)

Essa receita é tu-do! Muito rápida, daquelas que você consegue fazer sem sacrifícios quando está muito cansada. Ótima para um dia frio, quando tudo o que você quer é chegar em casa, tomar um banho quente, comer algo aconchegante e dormir.


Bata no liquidificador uma lata de milho verde escorrida e 1 xícara (chá) de água. Despeje em uma panela e use um pouquinho mais de água dentro do copo do liquidificador pra não desperdiçar muito. Leve essa mistura ao fogo com um tablete de caldo de carne ou de frango (você escolhe). Quando ferver, adicione aos poucos meio molho de couve picada. Mexa, deixe cozinhar mais uns 5 minutos, desligue e sirva.



Fala, é ou não é uma moleza?

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mais uma do Marido

Realmente, minha gente, Marido é um homem completo: prato principal e sobremesa! Olhem pra isso!


Marido grelhou fatias de maçã numa frigideira antiaderente, flambou com Cointreau, temperou com canela e serviu quentinho com sorvete de creme (light, tá?). Mas olha a disposição das coisas, a beleza do prato escolhido... Infelizmente, vocês não vão saber do sabor, só do meu relato: estava uma delícia!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Coisas de que Marido não gosta (e eu muito me beneficio)

Marido não gosta de:

  • molho de tomate pronto
  • queijo ralado de saquinho
  • strogonoff sem champignon
  • comida requentada
  • louça fazendo aniversário na pia
  • cozinhar sem vontade
  • que eu fique muito tempo sem comer



Esse macarrão ele fez especialmente pra mim, num domingo em que eu estava totalmente enlouquecida com os trabalhos da faculdade. Deixou pronto e saiu de casa para não me atrapalhar. Fagottini de queijo com molho de tomates frescos, um punhado de azeitonas pretas picadas e queijo parmesão ralado.
 
A-DO-RO!!!

sábado, 21 de agosto de 2010

Caldo Verde

Tá, eu sei que todo mundo sabe fazer caldo verde, mas posso dizer como faço o meu?


Primeiro, fatio o paio. Depois, descasco as batatas e corto em cubos grandes. Aí, refogo os paio sem gordura, porque ele já soltam um pouco. Quando eles estão mais ou menos fritinhos, adiciono bastante alho, mexo um pouco até eles ficarem levemente dourados e coloco água e as batatas.

Enquanto as batatas estão cozinhando, lavo e pico as folhas de couve. O segredo é picá-las bem pequeno, para que na hora de comer elas não fiquem emboladas. Neste tempo, as batatas já devem estar macias. Você, então, retira todas as fatias de paio com uma escumadeira e as reserva em um prato. Com o mixer, tritura as batatas na panela mesmo, colocando mais água, caso seja necessário. Volte a panela ao fogo, espere ferver e agregue a couve picadinha. Deixe cozinhar pouco tempo, prove o tempero e retorne os paios para o caldo. Pronto!

Nesse da foto, tivemos um ingrediente especial: as couves orgânicas da horta da minha irmã. As folhas são bem menores do que as que compramos por aí, mais ou menos do tamanho da palma da nossa mão. Isso porque elas precisam ser colhidas antes que as lagartas, espertas que são, descubram o quão apetitosas elas estão. Mas o sabor, a maciez, a cor, são sem comparação...

Fico pensando nas pessoas que têm quintal em casa e não aproveitam esse espaço para se alimentarem melhor. Nós, na nossa mísera varanda, cultivamos tantas coisas em vasinhos... Sonho com uma horta um dia. Quem sabe, né?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Batatas Nevadas

Fiz de novo a receita do Pavê de Paçoca esses dias e sobraram muitas claras. O que fazer com elas é sempre um dilema, porque em geral se usam as claras para doces, como musses. Nas receitas salgadas, só me lembro dos suflês, mas esses usam as gemas também. Achei, então, num livrinho, essa receita aqui.


1 kg de batata cozida e amassada temperada com sal e orégano
150g de azeitona preta picada em pedacinhos
150g de mussarela ralada
4 claras em neve
1 caixinha de creme de leite

Pegue uma colher (sopa) de batata amassada e faça uma pequena bola com a mão. Recheie cada bolinha com 1 colher (chá) de azeitona e ½ de queijo. Feche e vá arrumando as bolinhas em um refratário. Misture as claras em neve com o creme de leite, despeje por cima das bolinhas e polvilhe com orégano e o queijo que sobrar. Leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos 30 minutos ou até que a superfície esteja dourada.


Na hora de servir, fica difícil ver onde estão as bolinhas para retirá-las certinho, então vão pro prato algumas bolinhas pela metade. Mas a receita é tão saborosa que você nem se lembra disso.

O ideal é fazer no jantar, porque é leve, leve. Servi sozinho, mas poderia ter acompanhado uma salada ou mesmo uma carne.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Bolo Peteleco

Ah, o bolo aí debaixo tava uma delícia, viu? Mas ele deveria se chamar Bolo Repeteco, ao invés de Peteleco, porque a receita é tão grande que dá pra dois bolos.

3 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
1 xícara (chá) de chocolate em pó
2 colheres (chá) de fermento em pó
1 xícara (chá) de óleo
2 ovos

Misture a farinha, o açúcar, o chocolate e o fermento (nessa hora, vi que ia dar muito bolo e dividi a mistura em dois; usei uma metade e guardei a outra para fazer outro bolo). Junte o óleo, os ovos e, por último, 2 xícaras (chá) de água fervente. Despeje a massa em uma assadeira untada e asse em forno médio por cerca de 25 minutos.

Por cima, fiz uma calda com metade de uma barra de Diamante Negro e metade de uma caixa de creme de leite. Coloquei em uma tigela, levei ao microondas por 30 segundos, misturei e cobri o bolo.

(Essa foto não é minha não, hein?! Quem dera! É do site da Nestlé)

A vantagem desse bolo é que ele é muito fácil de fazer, não usa batedeira, então dá até pra uma criança preparar. Além disso, não leva leite, o que permite que os intolerantes à lactose também comam. E o melhor: é muuuiiito fofinho.

domingo, 15 de agosto de 2010

1 ano de Pitaco


Então o Pitaco fez 1 ano... Não parece, mas é um tempo considerável. São 365 dias, 180 postagens, mais de 6.000 visitas, gente do Brasil, da Argentina, do Chile, dos Estados Unidos, do Canadá, de Portugal, da Espanha, da Dinamarca, da Austrália... Gente que gosta de cozinhar e de comer e que está sempre em busca de novidades. É, 1 ano... Outros virão, viu? Mais receitas, mais delicias, mais de mim. E também mais prêmios, porque, afinal, tá todo mundo curioso pra saber quem ganhou a pipoqueira.

Pois bem, fiz o sorteio no random.org, tudo idôneo, não tem marmelada, não. E ganhou o sexto comentário: a Paty! Parabéns, Paty! Já pus um recado lá no seu blog, mas se você vier a saber por aqui, peço que você me mande um e-mail (lilikete@ig.com.br) com o seu nome e endereços completo, além da voltagem da sua cidade.

Obrigada a todos por participarem disso tudo comigo!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Quiche de Ricota e Brócolis

Marido e eu tiraremos férias em outubro e temos a intenção de passar uma semana na praia. Assim, preciso emagrecer 50 quilos!!! Hehehehe... Tá, não é tanto, mas é sempre bom perder alguns. Pra não ficar sem comer besteira - o que é mesmo impossível -, tenho tentado emagrecê-las. É o caso desta quiche, que leva ricota, legumes e farinha integral.


1 xícara (chá) de farinha de trigo
½ xícara (chá) de farinha de trigo integral
½ xícara (chá) de margarina light
3 ovos grandes
1 copo de iogurte natural desnatado
3 ramos de manjericão fresco
1 ricota pequena amassada
1 xícara (chá) de brócolis cozido cortado em pedacinhos
6 tomates cereja cortados ao meio
½ xícara (chá) de cebolinha verde picada


Numa tigela, junte as farinhas e margarina e amasse até formar uma bola. Abra-a com as mãos forrando o fundo e os lados de uma forma para torta untada. Faça furos e asse por 15 minutos, até dourar de leve. Deixe esfriar enquanto prepara o recheio e diminua o forno. Numa tigela, bata os ovos, misture o iogurte e o manjericão e mexa bem até incorporar. Em outra, misture a ricota e a cebolinha. Sobre a massa, distribua metade da ricota, metade do brócolis, a ricota restante e o brócolis. Regue tudo com a mistura de ovos batidos e cubra com os tomates cereja. Leve ao forno baixo por cerca de 1 hora. Sirva morno ou frio com salada.

A quiche rende bem e a massa é uma das melhores que já fiz: durinha, mas não pedra, crocante e fácil de fazer. O recheio também ficou fantástico e bem levinho.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Pão Enrolado

Queria algo para levar ao almoço de Dia dos Pais que pudesse ser comido enquanto o churrasco não ficava pronto. Precisava ser fácil, porque minha paciência anda no pé, e usar os ingredientes que tínhamos em casa, porque ir ao supermercado era algo impensável. A escolha foi um pão recheado, enrolado como rocambole.


A massa, fiz na máquina de pão. Não sei se dá certo fazer na mão, nunca fiz. Mas se você quiser tentar, depois me diz como ficou. Segue ela:

1 ovo
1 xícara de leite
2 colheres (sopa) de margarina
1 1/2 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de açúcar
3 xícaras de farinha de trigo
1 1/2 colher (sopa) de fermento biológico seco

Depois de pronta, abri, usando bastante farinha. Como não temos rolo, usei uma garrafa de vinho, devidamente lavada e esterilizada. Fiz um retângulo, que deveria ter medido pelo tamanho da forma e não pelo que deu para abrir. Passei na massa uma mistura feita com 1 pote de cream cheese misturado com 2 colheres (sopa) de manjericão picado. Por cima, espalhei fatias de peito de peru e mussarela (que, na verdade, se escreve moçarela ou muzzarela). Enrolei, com a ajuda do Marido, dispus em um forma de pizza e pincelei com 1 gema. Por cima, coloquei galinhos de alecrim. Ficou no forno médio por cerca de 40 minutos.
A cor ficou incrível e o cheiro era matador. Todos gostaram, mas meu irmão achou que poderia ter ficado um pouco mais molhadinho. Da próxima vez, ou abro a massa um pouco mais grossa ou acrescento rodelas de tomate, pois pode ser que o caldo que ele solta umedeça o pão. Vamos ver...

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Capeletti ao Pomodori Frescchi

Receitinha simples, fácil e rápida retirada do site da Nestlé. Me apeteceu porque a combinação entre mussarela de búfala, tomate e manjericão é, invariavelmente, perfeita.


1 pacote de capeletti (fica melhor se for de frango ou de queijo)
1 colher (sopa) de sal
4 tomates maduros
1 xícara (chá) de manjericão
meio quilo de mussarela de búfala cortada em cubos pequenos
3 colheres (sopa) de azeite
1 colher (sopa) de fondor
 
Pique os tomates, retirando as sementes. Em uma vasilha, junte-os com o manjericão e a mussarela. Cozinhe o capeletti com o sal e 1 colher de azeite. Quando estiver cozido, escorra e despeje-os na vasilha dos tomates. Regue com o azeite restante, misture e sirva.
 
Se você quiser, dá pra fazer com spaghetti também. Fica melhor se você usar tomates bem maduros, porque eles são mais macios, então quase formam um molho. Na hora em que for comer, vai sentir o sabor de molho e os pedacinhos de tomate. Delícia!

sábado, 7 de agosto de 2010

Cuscuz Marroquino

Eu amo cuscuz marroquino! Desde a primeira vez que provei! E olha que já provei muitos: com pimentões, com feijão e brócolis, com cenoura e vagem e até num restaurante marroquino de verdade. O meu predileto, entretanto, é esse aqui.


Para fazê-lo, você tem que comprar a farinha do cuscuz. Não é igual ao cuscuz paulista, nem àquele de coco e não precisa de cuscuzeira. É uma semolina de trigo, sempre importada, vendida nos bons supermercados e nas lojas de temperos ou produtos importados – aqui no Rio compro na Casa Pedro. Fique tranqüila: apesar de ser farinha, não é pesado nem seco.
 
Separe uma quantidade de cuscuz menor do que a que você deseja consumir, porque ele aumenta quando é hidratado. Para nós dois, faço ¼ do pacote. Coloque a farinha em um pirex e hidrate com cerca de 1 xícara (chá) de água quente. Eu costumo temperar a água. Dessa vez, coloquei ¼ de um tablete de caldo de galinha. Misture bem e deixe descansar.
 
Enquanto isso, pique uns 8 damascos e mais ou menos ¼ xícara (chá) de nozes. Misture tudo ao cuscuz e junte ½ xícara (chá) de passas pretas sem semente. Mexa bem para dissolver o cuscuz. Coloque ½ xícara (chá) de vinagre e ¼ xícara (chá) de azeite, misture e sirva.
 
Aqui, servi com frango ao molho de hortelã, que nada mais é do que frango grelhado e um molho preparado na frigideira em que o grelhei. Para o molho, usei azeite, água, caldo de galinha e muitas folhas de hortelã picadas. Misturei tudo, deixei ferver e servi sobre os filés.

Se você nunca provou esse cuscuz, corra. Você não sabe o sabor incrível que está perdendo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sorteio no Pitaco

Nossa, o tempo passa realmente rápido... Há quase um ano comecei o Pitaco, mas parece que foi há um mês...

É claro que eu não poderia deixar a data passar em branco, então vamos fazer um sorteio aqui. O prêmio é uma pipoqueira elétrica parecida com essa da foto, que estoura o milho só no calor, sem óleo. As crianças costumam amar!


Para participar, é só comentar “eu quero” nesse post aqui. Não precisa divulgar, botar no seu blog ou em outras mídias, mas, se você quiser avisar aos coleguinhas, tenho certeza de que eles vão gostar.

O sorteio será dia 15/08, dia oficial do aniversário do blog, e o resultado anunciado aqui no Pitaco mesmo.

Ah, uma dica: não poste como anônimo, senão eu não vou saber quem você é!

Boa sorte!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Peixe com Legumes

Tinha aqui um filé de merluza e tava procurando uma receita diferente para fazer eles. Encontrei no blog da Carina uma que caiu muito bem, ainda mais porque está na época da mandioquinha e elas são facilmente encontradas por aí.


O original tá aqui. Minha única modificação foi trocar o caldo de legumes por fondor, que era o que eu tinha. Ficou muito, muito bom e foi servido com arroz integral (que o Marido, após muita resistência, provou e adorou!).

Jantarzinho leve e saboroso é tudo o que eu quero todos os dias.

domingo, 1 de agosto de 2010

Sim, eu como lasanha de microondas


Este é um post-protesto. Protesto contra as pessoas que falam mal da comida congelada. Protesto contra as pessoas que acham um absurdo usar o microondas. Protesto, principalmente, contra as pessoas que parecem cozinhar com muito prazer todos os dias, como se nunca estivessem cansadas ou de saco cheio da cozinha.
Não sou assim. Adoro cozinhar, adoro comer bem, mas, definitivamente, tem dias que a ideia de preparar algo me enche. Tem dias em que estou cansada, tem dias em que estou com muita fome e pouco tempo, tem dias que a geladeira não ajuda...
Então, minha gente, confesso: eu como lasanha de caixinha!