domingo, 31 de janeiro de 2010

Frango Espiritual

No freezer, havia um pote com frango desfiado há um tempo. Já tinha usado um pouco pra um risoto, outro tanto para um molho de macarrão e ainda sobrou. Como não queria repetir receitas velhas, comecei a procurar e achei essa aqui.


Fiz como ela ensinava. Quer dizer, fiz mais ou menos, porque coloquei só meia cebola picada em cada refogado e um alho-poró (era o que tinha). E não cobri com farinha de rosca, pois ela não entra aqui em casa.
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E vou dizer: ficou muito, muito bom. A dica da Katita dizia que ele fica ainda melhor no dia seguinte. E sobrou? Marido se fartou e elogiou bastante. Acho que com bacalhau também deve ficar excelente, com um gosto mais forte do que o frango. Faço em breve!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Meu Feijão

No post anterior, falei de um produto, chamado Knorr Meu Arroz, que fez, finalmente, o arroz que preparo ser tragável. Aí, um assunto puxa o outro e lembrei de feijão e do espanto que causo nas pessoas quando digo que não uso panela de pressão.


É um trauma de infância que carrego. Uma panela de pressão explodiu na casa de uma tia e a tampa quebrou a telha, além do impulso da explosão ter afundado o fogão. Depois disso, se tiver alguma no fogo, nem entro na cozinha. Nem pra pegar água.
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Sim, eu sei que hoje em dia as panelas são muito mais seguras, algumas têm até duas válvulas e tudo mais. Só que eu sempre penso: pra que correr o risco se o feijão que faço no caldeirão fica muito mais gostoso?
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Essa história de que demora muito mais não bate. Faço 1 kg de feijão em 1 hora, 1 hora e meia no máximo se eu não tiver deixado de molho. As pessoas me dizem que na panela de pressão demora 40 minutos. Ora, o que são alguns minutos a mais? E a grande diferença é que o grão não quebra, não fica cascudo e o caldo é grossinho. Coloco o tempero quando o feijão começa a ficar macio e o tempero vai infiltrando no grão. A cor é de chocolate e o cheiro de alho e de feijão cozido vai longe...
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Sinceramente, no arroz gostei da novidade, porém no feijão sou tradicionalista. Não troco meu feijão lentinho por processo rápido nenhum!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Knorr Meu Arroz

Vi a propaganda desse produto há algum tempo, mas o supermercado mais perto aqui de casa e onde geralmente fazemos compras é o tipo popular e não tinha o tempero.


Mas finalmente consegui comprar e estou feliz demais. Meu arroz sempre foi "unidos venceremos", do tipo que se serve em fatias e, magicamente, está soltinho!!!
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Esse troço deve ter uma química das brabas, porque até o parboilizado ficou branco e mesmo com creme de leite o arroz ficou solto. Não importa. O arrozinho branco cotidiano está perfeito: saboroso e em grãos, como sempre deveria ter sido.
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Virou item de primeira necessidade aqui em casa.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Sorvete de Brigadeiro

Você já comeu picolé de brigadeiro? Gostou? Então corre pra cozinha agora e faz esse sorvete, porque o sabor é o mesmo e ele rende à beça.


Prepará-lo é coisa de criança: num pirex, coloque 1 barra de chocolate meio amargo (separe os quadradinhos) e 1 caixinha de creme de leite. Leve ao microondas por 1 minuto. Misture bem até formar um creme. Leve esta mistura ao liquidificador com o 1 lata de leite condensado e a mesma medida da lata de leite. Bata bem, despeje em um pirex com tampa e leve ao congelador até ficar bem duro. Na hora de servir, faça bolas e polvilhe chocolate granulado por cima.
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Vamos combinar que a consistência não é tão cremosa, mas também não leva aquele monte de porcarias do sorvete industrializado. É só deixar um minutinho do lado de fora da geladeira que já dá pra fazer as bolas.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Arroz com Berinjela e Canela

Há muitas formas de se fazer arroz.
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Como este é um ingrediente que sempre temos em casa, vamos variando de vez em quando, só pra trazer novos sabores a um velho conhecido.


Ingredientes:

1 berinjela em cubinhos
2 colheres (sopa) de sal
1/4 xícara (chá) de azeite
1 cebola média picada
1 xícara (chá) de arroz
2 xícaras (chá) de água fervente
1 colher (chá) de canela em pó
1 tomate sem sementes, picado

Modo de fazer:
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Ponha a berinjela numa tigela e cubra-a com água e 1 colher e meia do sal. Deixe descansar por 20 minutos. Enquanto isso, aqueça metade do azeite e refogue a cebola. Junte o arroz e frite por 2 minutos. Adicione a água, o sal restante e a canela. Espere ferver e reduza o fogo, cozinhando com a panela tampada até o arroz ficar macio. Esprema ligeiramente a berinjela. Refogue-a no azeite restante por 5 minutos. Quando o arroz estiver pronto, solte-o com um garfo e junte a berinjela refogada e o tomate. Misture e deixe tampado por 5 minutos. Sirva imediatamente.
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O sabor é exótico e é uma boa pedida para acompanhar carnes.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Pão de Carne

Mais uma receita que, teoricamente, é light. Segundo o livrinho de onde a tirei, da revista Dieta Já, o pão todo tem 2000 calorias. E ele serve mais de 4 pessoas.


Em uma tigela, misture 1 kg de carne moída, 2 ovos, 1 xícara (chá) de pimentão vermelho picado, 150g de queijo prato light ralado no ralo grosso, 4 colheres (sopa) de migalhas de pão, 1 colher (chá) de páprica, sal e pimenta-do-reino a gosto. Molde a massa com o formato de um cilindro, coloque em uma assadeira e cubra com 1 xícara (chá) de molho de tomate. Leve ao forno médio até ficar levemente dourado.
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O certo é servir só com salada, para manter a coisa light. Mas eu não resisto a um arroz branco...

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Alho e Safiras

Terminei de ler este livro ontem. Uma daquelas leituras que você pega e não larga.

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A sinopse é a seguinte: "Alho e Safiras é o relato da jornalista Ruth Reichl sobre sua experiência como crítica gastronômica do New York Times, quando decidiu criar disfarces para passar despercebida em suas idas aos restaurantes de Manhattan e, assim, poder avaliá-los imparcialmente. Jornalista talentosa, Reichl recheia o livro com histórias deliciosas sobre as diversas personas que criou para ludibriar os gerentes dos restaurantes. Destaque para sua célebre crítica 'dupla', em que compara o atendimento de um dos restaurantes mais chiques de Manhattan em diferentes ocasiões: quando vai disfarçada como uma ex-professora de segundo grau nouveau riche, ela é ignorada e esnobada pelo staff; quando vai como Ruth, a crítica gastronômica mais poderosa do país, o resultado, obviamente, é outro. Para completar, a autora ainda inclui algumas de suas receitas favoritas e melhores críticas".
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O barato do livro é perceber como os simples mortais, como eu e você, são tratados nos restaurantes. Como ela era a crítica de gastronomia do New York Times, todos os restaurantes a reconheciam. Ruth decide, então, criar disfarces, em geral de pessoas comuns e que não se adequavam ao ambiente daquele lugar, para ver como as pessoas eram tratadas. E fazia a crítica baseada nestas duas visões.
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Há também algumas receitas, mas ou são extremamente elaboradas, ou apresentam ingredientes difíceis de serem encontrados, ou trazem aqueles medidas muito exatas - tipo 230gr. - que odeio! O que vale mesmo é o relato, a escrita, o depoimento. Recomendo para aqueles que gostam de saber tudo sobre comida.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Torta de Alho-Poró

Não há nada mais frustrante do que preparar uma receita com todo amor e carinho (e expectativa) e, quando ela sai do forno, não deu certo! Pior, a aparência não é nada boa, mas é ainda melhor que o gosto. Essa torta saiu exatamente assim.

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Fiz como a receita mandava, dadas as devidas proporções: refoguei 2 alhos porós cortados em rodelinhas finas e 200gr de blanquet de peru em fatias em bastante azeite e cebola picada. Não cozinhei demais o alho poró. Ao final, juntei um tanto de farinha de trigo (mais ou menos 1 colher de sopa) e deixe fritar. Fui juntando um pouco de leite, mas não fiz um creme. A intenção era ter um refogado um pouco cremoso mas nada de mingau! Só mesmo para dar uma consistência uniforme no refogado. No final, salsinha bem picadinha, acertei o sal e a pimenta. O recheio ficou muito bom!!!
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Para fazer a massa, bati 2 ovos inteiros no liquidificador com 1 xícara de óleo, 1 1/3xícara de leite, 2/3 xícara de farinha de trigo, 1 1/3 colher de maizena, sal e uma colher (sobremesa) de pó royal. Untei uma forma, despejei metade da massa batida no liquificador, por cima o recheio, povilhei com orégano (não tinha queijo ralado), juntei a outra metade da massa, cubri com um pouco mais de orégano e levei ao forno pré aquecido até que estivesse dourado por cima.
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A receita dizia que deveria ficar cozido por dentro. Não ficou. E olha que demorou no forno!!! O gosto era de ovo, muito ovo, apesar de ter usado somente dois. Certamente, porque não ficou cozido direito. Intragável mesmo!
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A dor maior é que o recheio tinha ficado uma delícia. Poderia tê-lo usado em muitas outras receitas... Que pena!
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Acabamos pedindo Habib's para o jantar.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Biscoitos Bicolores

Minha primeira receita de biscoitos!!! Não ficaram tão bonitos quanto a foto do livro de receita, mas ficou booom...


3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de açúcar
1/4 xícara (chá) de manteiga
1/2 colher (chá) de essência de baunilha
1 colher (chá) de fermento em pó
2 ovos
1 pitada de sal
1 barra de chocolate meio amargo derretido

Numa tigela, misture a manteiga, o açúcar, os ovos e a baunilha. Junte aos poucos a farinha, o fermento e o sal. Mexa bem. Divida a massa em duas partes, uma maior que a outra. À menor, acrescente o chocolate (não se preocupe com quantidade, porque quando você adicionar o chocolate, as duas partes vão ficar quase do mesmo tamanho). Com cada massa faça um rolo não muito grosso e embrulhe, separadamente, em papel-alumínio. Leve à geladeira até o dia seguinte. Pressione a massa branca sobre a de chocolate e forme um outro rolo. Aqueça o forno em temperatura alta. Corte rodelas de massa com 0,5 cm de espessura e transfira para uma assadeira grande, untada com manteiga. Asse por dez minutos ou até dourar.
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Dá bastante biscoito! Encheu um pote grande! Mas foi devorado rapidamente.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Bife à Modena

Ano novo, alimentação nova. O desejo de comer melhor já é antigo, mas quem resiste a tantas tentações? Alguns abençoados conseguem, eu não. Caio em tentação o tempo todo. Mas em 2010 será diferente!
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A receita foi tirada da revista Saúde! e tinha comentários entusiasmantes sobre o vinagre balsâmico.


Segue a receita:
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4 bifes de filé mignon
sal e pimenta-do-reino a gosto
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 cebola grande picada
1 abobrinha cortada em cubos
2 tomates sem sementes picados
1 colher (sopa) de manjericão fresco picado
4 colheres (sopa) de cogumelo picado (não tinha, não botei)
2 colheres (sopa) de azeitona picada
1/2 xícara (chá) de vinagre balsâmico
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Tempere os bifes com sal e pimenta-do-reino e, logo em seguida, aqueça o azeite na frigideira. Doure ligeiramente um lado dos bifes e vire-os depressa na panela quente para que a carne não perca o sumo. Acrescente a cebola, a abobrinha, o tomate e o manjericão. Cozinhe tudo por 3 minutos e vá derramando, bem aos poucos, o vinagre balsâmico por cima. Adicione o cogumelo e a azeitona e cozinhe por mais 2 minutos. Sirva imediatamente acompanhado de arroz e salada.
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Acho que a quantidade que comi não era saudável, mas foi irresistível. Tava muito gostoso!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Arroz com Tudo

Um clássico da cozinha prática: juntar tudo o que tem na geladeira em um arroz e pôr no forno.


Aqui eu usei ervilha, milho, peito de peru, passas, cebolinha, tomate, cenoura, cebola ralada e açafrão. Reguei com meia xícara de vinho branco e pus pra esquentar no forno.
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Fica bom como prato único ou como acompanhemento para carne.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pavê Delícia

Todo mundo tem o seu prato-estrela, ou seja, aquele especial, que só você sabe fazer da forma ideal e que todo mundo sempre pede para que o prepare. O meu é esse pavê, que, por motivos óbvios, tem o nome de delícia.


Fazê-lo é simples: num pirex, coloque uma barra de chocolate meio amargo junto com 1 caixinha de creme de leite e leve ao microondas por 40 segundos. Mexa bem até que fique homogêneo. Reserve. Numa panela, peneire 3 gemas, adicione 1 lata de leite condensado e a mesma medida da lata de leite. Leve ao fogo baixo, mexendo sem parar, até engrossar. Monte o pavê molhando os biscoitos champagne em algo alcoólico e os arrumando em um pirex com tampa. Por cima, despeje o creme amarelo e cubra com o creme de chocolate. Alise com uma colher para que fique espalhado e polvilhe raspas de chocolate branco por cima. Depois de frio, leve ao freezer por, pelo menos, 3 horas.

Retire alguns minutos antes de servir para que você possa cortar com facilidade. É perfeito para as sobremesas de domingo!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Sanduíches-petisco

As noites quentes do Rio pedem cerveja. E cerveja pede petiscos. Como estamos evitando frituras, decidi fazer uns sanduíchinhos.


O primeiro foi de pão de forma integral, recheado com um patê de truta defumada trazido de Penedo e cenouras crocantes (fatias finas de cenoura escaldadas em água e sal).


O segundo foi de pasta de ovos na baguete. A pasta de ovos foi feita com 3 ovos cozidos picados, 3 colheres (sopa) de maionese light, 1 colher (sopa) de cebola ralada e 3 colheres (sopa) de azeitona picada. Foi só misturar e rechear.
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Acompanhou cerveja bem gelada, um seriado engraçado na TV e o ar condicionado no máximo!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Panqueca de Milho

Taí uma boa variação de panqueca: é saborosa, fácil de fazer e ainda light. Com esse recheio, cada uma tem cerca de 90 calorias.


Ingredientes da massa:
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1 lata de milho verde
200 ml de água
o equivalente a 100 ml de farinha de trigo
1 ovo
1 colher (chá) de sal
1 colher (café) de óleo de canola
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Ingredientes do recheio:
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1 1/2 xícara (chá) de queijo cottage
2 tomates sem sementes cortados em cubos
1/2 cebola ralada
1 colher (sopa) de alecrim picado
sal
1 xícara (chá) de alface cortada em fatias finas
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Modo de fazer:
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Bata o milho e a água por 4 minutos no liquidificador e, depois, passe pela peneira. Coloque novamente no liquidificador com os demais ingredientes por mais 2 minutos. Transfira para uma vasilha tampada e leve à geladeira por 15 minutos. Retire e frite. Ponha todos os ingredientes do recheio (exceto a alface) em uma tigela e mexa com o garfo. Monte as panquecas colocando uma colher (sopa) de recheio sobre elas e, por cima, a alface. Dobre ao meio. Sirva quente ou fria.
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Essa quantidade rende de 8 a 10 panquecas.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Mc Bobeira

Sempre que viajamos, a culinária é um dos itens mais valorizados. Primeiro, porque gostamos de comer; segundo, porque é uma ótima forma de compreender a cultura local.

Por isso, quando vi este artigo na revista Viagem e Turismo, logo me identifiquei. Leia você:


por J. Pinto Fernandes
em 09/12/2009 às 11:50


McDonalds em Park City (EUA) - Foto: divulgação

Quem disse que comer no McDonald’s também não pode ser uma maneira de saborear a cultura local?
Um dos símbolos mais demonizados da globalização é a rede de lanchonetes McDonald’s, com seu M amarelo ubíquo e seu palhaço esquisitão. São 31 mil restaurantes em 119 países de seis continentes. Mochileiros radicais e pretensos puristas do ato sagrado de viajar creem que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um frequentador do Mac entrar no reino dos verdadeiros viajantes.
Embora não seja um fã de fast-food, eu gosto de comer um Big Mac, eventualmente, quando estou fora do país. Principalmente quando estou com meus filhos, Armandinho e Jinecey. Qual poderia ser o grande pecado, eu não entendo. Se você tem saudade de algo familiar e está em Sydney, por que não encarar um McChicken? Porque, segundo a Igreja da Viagem Autêntica, isso é dar dinheiro para os americanos e conspurcar a missão evangélica da jornada divina. Viajante de verdade come num bistrô de segunda categoria, cujo dono é também o garçom e atende de mau humor e com as unhas sujas. Mal sabem eles que, não, nem todo McDonald’s é igual e, sim, eles servem pratos típicos. Na Islândia tem carne de baleia e de uma ave chamada papagaio-do-mar. No Canadá é servida a pouttine, batata frita coberta com cheddar e molho de ervas. Na Costa Rica tem arroz e feijão. Em Israel servem o McKebab, no Chile o hambúrguer pode vir com cobertura de abacate e no Havaí tem presunto enlatado.
Assim como uma experiência na Itália será diferente para você e para mim, ainda que visitemos as mesmas ruínas romanas, uma experiência gastronômica também nos enriquecerá de maneiras distintas. Claro que é fundamental, numa viagem, provar a cultura do lugar, os hábitos, a arte, a língua. Mas, se, na hora da fome, você estiver passando em frente a um McDonald’s e não resistir a um McNuggets, isso não fará de você um alienado – mas um turista inteligente e sem fome.

Também faço parte do time que acha o Mc Donalds um bom lugar para se comer em viagens. Marido e eu, inclusive, temos uma tática: ele sempre prova o Big Mac, para fazer uma comparação, e eu sempre provo um sanduíche diferente, algo que só tJustificarenha naquele país.

Não vejo problema nenhum nisso, pois isso não me torna uma viajante alienada, nem faz com que eu aproveite menos as comidas típicas. Só mais conhecer ainda mais a cultura e a culinária do país visitado.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Culinária Capixaba

Fim de ano sempre tem uma folguinha pra viajar. E sempre aproveitamos.



O destino da vez foi o Espírito Santo. A culinária local é incrível. Comemos muita moqueca capixaba. Ela é diferente da baiana, porque não leva leite de coco e azeite de dendê. É uma espécie de peixe em postas com molho de tomate, cebola e coentro.



Serve-se sempre com arroz branco e pirão. Fomos ao Cantinho do Curuca e ao Gaeta, ambos estrelados pelo Guia Quatro Rodas. Nos dois servia-se também uma moqueca de banana. Eu não gostei, mas não sou muito chegada em banana. Marido adorou. Trata-se de banana refogada com tomate, cebola e coentro.


A sobremesa foi torta de coco. Na verdade, não tinha base de torta, era creme amarelo com cobertura de claras. O gostinho de leite condensado e o coco fresco fizeram do doce o encerramento perfeito para a refeição.


Me empolguei e comprei uma panela de barro. Assim que fizer algo nela, posto aqui.