domingo, 7 de novembro de 2010

Peixe com Tomate e Alho-Poró

Tem dias que eu tô muito a fim de cozinhar algo mais complexo ou de comer um prato mais sofisticado. Tem dias que é exatamente o contrário: só quero algo simples, rápido e com gosto de comida de casa. Esse peixe acaba sendo uma mescla dos dois desejos, porque é simples e rápido, mas tem um gosto sofisticado.


Piquei dois tomates pequenos e bem maduros. Fatiei meio alho-poró em fatias finas. Empanei um filé de linguado em um pouco de farinha de trigo e grelhei em uma frigideira com um pouquinho de manteiga. Enquanto isso, pus 1 colher (sopa) de azeite numa panela, refoguei o alho-poró e juntei os tomates. Somei sal, pimenta e um pouquinho de água, só pra formar um molhinho. Servi o peixe com o refogado por cima.

Só isso, um pouquinho de arroz branco e uma farofinha amarela já fizeram o meu dia mais feliz!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Macarrão com Abobrinha

Adoro essa receita! É simples, saborosa e delicada. Nenhum dos ingredientes tem um sabor marcante, então eles se combinam.


Rale, no ralo fino, 1 dente de alho. No ralo grosso, rale 1 abobrinha não muito grande. Cozinhe meio pacote de macarrão, de preferência talharim, escorra e reserve. Na mesma panela, frite o alho em 3 colheres (sopa) de azeite, junte a abobrinha e refogue um pouco. Adicione 1 caixinha de creme de leite, tempere com sal e pimenta e junte o macarrão. Misture bem para incorporar o molho à massa. Sirva com queijo parmesão polvilhado.

Não é simples? Você não leva mais do que 20 minutos, desde a hora que começa até a hora em que o macarrão está no prato.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Muffin de Chocolate e Maçã

Estou ficando especialista em muffins. Me apaixonei por estes bolinhos, porque eles são do tamanho de uma porção, não tem que cortar. E, o mais importante, eles raramente solam!

Esses tiveram o toque especial da aveia e da maçã. Infelizmente, não tinha passas em casa, mas teria ficado muito bom com elas.



1 xícara (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de óleo
2 ovos
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de aveia em flocos
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de canela em pó 
1 maçã sem casca, cortadas em cubos pequenos

Em uma batedeira, bata o açúcar com o óleo e os ovos até obter um creme de cor clara. Adicione, a farinha, a aveia, o chocolate, o fermento e canela e mexa até obter uma massa homogênea. Adicione os cubos de maçã e misture bem. Coloque a massa em formas para muffin, untadas e polvilhadas e leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 30 minutos ou até que a massa esteja assada. Retire do forno e desenforme ainda quente.

Se você seguir esta receita, possivelmente o seu muffin ficará muito mais claro que o meu, porque eu errei na medida do chocolate e coloquei 1 xícara ao invés de meia. Pode fazer assim também, se quiser. Deu certo...


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Gratinado de Frango

Uma amiga minha diz que mulher adora pratos com creme de leite. Não sei se dá para generalizar, mas eu gosto. Especialmente quando a combinação inclui frango, porque eu acho que o frango tem no creme de leite um ótimo companheiro. Nesse prato, eles ainda se juntaram ao alho-poró e receberam a visita da batata palha. É perfeito, né?


2 colheres (sopa) de óleo
250g de peito de frango cortado em tirinhas
1 alho-poró cortados em rodelas finas
1/2 colher (sopa) de fondor
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
1/2 caixinha de creme de leite
1/4 xícara (chá) de queijo parmesão ralado

Aqueça o óleo e refogue bem o frango, até ficar dourado. Junte o alho-poró, tempere com o fondor e vá misturando delicadamente até ficar macio. Polvilhe a farinha de trigo e aos poucos coloque o leite, mexendo bem após cada adição. Quando formar um creme consistente, coloque o creme de leite e aqueça bem, sem deixar ferver. Coloque a mistura em um recipiente refratário, polvilhe com o queijo e leve para gratinar em forno alto (220°C) por cerca de 15 minutos. Sirva a seguir.

Essa medida dá certinho para dois pratos bem servidos. Se quiser fazer mais, é só multiplicar a receita. Pra não dizerem que plagiei, tirei do site da Nestlé.

sábado, 30 de outubro de 2010

Massa com Castanha de Caju e Tomates Sweet

Certa vez, em Fernando de Noronha, comi uma massa da qual não me esqueço. Era um ravióli com recheio de carne seca e queijo coalho ao molho de manteiga de garrafa e salpicado com castanhas de caju. O troço era bom, muito bom, e me serviu de inspiração para esse prato.


Cozinhei um fagotinni de ricota e ervas e reservei. Coloquei 1 colher (sopa) de manteiga em um panela e fritei ali 2 dentes de alho. Juntei 4 colheres (sopa) de castanha de caju picada para que elas ficassem envolvidas na manteiga. Adicionei 12 tomatinhos sweet cortados ao meio e refoquei até que eles dessem uma leve murchada. Juntei a massa, mexi e dispus em dois pratos, nos quais polvilhei parmesão ralado.

Igual não é, mas lembrou. É, preciso voltar a Fernando de Noronha para comê-lo novamente (hahahaha, até parece!!!)...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Torta Fria de Atum

Sabe aquelas tortas de pão que sempre têm em festinhas? Eu gosto muito, mas tenho nojo de comer sei lá porque. Fiz em casa, então.



O pão não tinha sido comprado pra isso e sim para uns canapés, pois Marido tinha combinado uma reuniãozinha (mas ele tem sido o furão do ano com a turma de amigos dele). Assim, fui à torta. O recheio foi feito com duas latas de atum, 1 cenoura ralada fina, 1 pedaço pequeno de pimentão verde picado e 2 colheres (sopa) de maionese bem cheias. A montagem intercalou fatias de pão e pasta.


Para cobertura, usei 1 colher (sopa) de maionese com um pouco de catchup e um pouco de mostarda. Passei na parte de cima e nas laterais da torta e cobri com batata palha temperada.

Comi à beça, porque não pretendo fazer outra dessa nem tão cedo. Marido também gostou. Nada mais é do que um sanduíche natural em camadas, mas é gostoso, né?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Quiche de Queijo Minas e Cebolinha

Aqui em casa, o item que mais vai para o lixo é o queijo minas. Isso porque, apesar de gostarmos muito deste tipo de queijo, não damos conta de comer metade de um queijo antes que ele se estrague e também não conseguimos comprar um pedaço menor do que esse. Com a receita da quiche, encontrei uma forma de utilizá-lo.


A massa é a mesma da quiche de ricota. O recheio foi feito com 300g de queijo minas esmigalhado, 2 gemas bem batidas, umas 8 cebolinhas picadas e 1 colher (sopa) de farinha de trigo misturadas. Depois, incorpora-se 2 claras em neve e despeja-se o recheio sobre a massa pré-assada. Leva-se ao forno médio até que ela fique com essa corzinha linda.

É perfeita para um lanche ou para ser servida com uma salada de tomates marinados no vinagre balsâmico + alface picadinha.

domingo, 24 de outubro de 2010

Quesadillas

Eu adoro comida mexicana. Já provei muita coisa, mas ainda tenho muito pra experimentar. Não tem muito tempo, provamos quesadillas de frango no Outback. Apesar de muuuiiito apimentadas, ficamos fãs. Assim, tentei fazer umas aqui em casa.


Usei Rapi10. Já conhece? É uma tortilla de farinha de trigo que serve pra fazer taco, wrap, pizza em cone etc. Para o recheio, piquei frango bem pequeninho e o refoguei em um panela com 1/2 cebola roxa picada e 1 colher (sopa) de óleo. Juntei pimentão verde picadinho e molho de pimenta e deixei dourar. Coloquei a tortilla em uma frigideira antiaderente, arrumei por cima duas fatias de mussarela, 2 colheres do frango e outra tortilla cobrindo tudo. Esperei tostar de um lado, virei com cuidado para não deixar cair o recheio e tostei do outro lado. Foi só tirar da frigideira e cortar em 4.

Aproveitei e fiz tacos de carne também: tortillas dobradas ao meio recheadas com carne moída bem apimentada, quejo prato ralado e alface.


Para acompanhar, Marido fez maravilhosas frozen margueritas, as quais tornaram a noite muito mais divertida.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Linguado ao Molho de Abacaxi

O linguado estava muito barato no supermercado. Oba! Mas era congelado, então decidi fazer logo. Já que tínhamos um abacaxi bem maduro em casa, me veio esta combinação.


Tempere um filé de linguado com sal, pimenta e limão e deixe marinar. empane levemente os filés na farinha de trigo. Frite-os em uma frigideira quente com 1/2 colher (sopa) de manteiga. Doure de um lado e só quando estiver bem tostadinho vire para o outro. Faça isso com cada um dos filés.

Enquanto isso, corte meio abacaxi em pedacinhos e leve ao fogo com 1 colher (sopa) de manteiga. Mexa bem e deixe apurar, sempre olhando. Quando o abacaxi amolecer, junte 1 colher (sopa) de açúcar demerara e 1/2 colher (chá) de sal. Espere até virar um molho e sirva sobre os filés de peixe.

Para acompanhar, ia fazer um arroz com leite de coco e preparar um jantar "thai", mas, sei lá, não me deu vontade e usei abobrinha grelhada e cenoura ao azeite. Quanto ao peixe, foi um dos melhores que comemos nos últimos tempos.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Rápido!

Alguns dias fora de casa = geladeira vazia. A solução: um miojo. Sim, porque além de eu comer lasanha de microondas, também como miojo (sou uma herege).


A diferença é que eu sempre tento incrementar esse macarrãozinho. Como eu gosto do sabor do macarrão, mas não muito do tempero, a minha estratégia é cozinhar o macarrão (3 minutos, lembram?), escorrer um pouco da água, juntar 1/2 colher do tempero que vem com ele - só para dar um sal - e misturar ingredientes saudáveis. Neste caso, tomates frescos e parmesão ralado na hora. Mas também gosto com milho e frango.

Enfim, gosto não se discute. Eu realmente curto o miojo e deixo ele saborosíssimo com minhas invenções.

domingo, 17 de outubro de 2010

Comida Baiana

Como já disse o poeta, eu vim da Bahia. E comi muito bem por lá, como vocês podem ver pelas fotos.


Aqui, a clássica moqueca, muito bem acompanhada por arroz branco e farofa amarela. No meu caso, era de peixe, porque não sou do camarão. Mas Marido provou essas e mais a de sururu, de ostra etc.


Fomos ao restaurante do SENAC no Pelourinho, também chamado de Museu da Gastronomia Baiana, porque lá você prova muitos e muitos pratos típicos. Valeu a pena para provar um pouquinho de cada coisa. Inclusive os doces, que estavam incríveis.


Manjar de coco com calda de ameixa e...


... cocada preta.


Clássico dos clássicos, o acarajé também marcou presença. Pelo paladar do Marido, claro, porque eu não sou do camarão... Aliás, teve horas que foi difícil escolher o que comer.


O acarajé e seus recheios, trazidos de forma separada. Nessa hora eu comi, só o bolinho com vinagrete, porque... vocês já sabem. Gostei, mas não achei graaande coisa. Segundo Marido, ele é bom quando se mistura tudo.


O melhor prato, pra mim, foi esse purê de aipim coberto com carne de sol fritinha na cebola. Ô meu pai! Nos deliciamos com ele num bar chamado Cruz do Pascoal, perto do Convento do Carmo, que merece a visita de todos que forem a Salvador, não só pela carne de sol, mas pela cerveja gelada e pelo belíssimo pôr do sol que você pode acompanhar da varanda.


Porém, a mais grata surpresa foi a Sorveteria da Ribeira. Tínhamos ouvido falar muito bem, mas não pensamos ser tudo isso. O que era o sorvete de tapioca, meu deus! "Que marravilha". O do Marido foi de manga e de mangaba e o meu, de tapioca e de maracujá. A textura é mais de um sorbet, você sente a leveza e sai de lá achando que a gula é pecado coisa nenhuma.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Estou em férias!


Gente, estou em férias. São pequenas, apenas uma semana, pois deu pra juntar o feriado e o dia dos professores. Mas foram tão esperadas e me farão tanto bem, que valem por um mês. Como quero me desligar totalmente do mundo moderno, não vou postar receitas. Apenas ler um bom livro, ficar lagarteando no sol e curtir o Marido.

Quando voltar, posto os pratos típicos de lá. Bom feriado pra vocês!

domingo, 10 de outubro de 2010

Brandade de Bacalhau

Marido é muito bom em bacalhaus. Como minha mãe nos deu duas postas deliciosas e tínhamos algumas batatas doce na geladeira, o caminho natural foi essa receita.


Marido picou 1 cebola, 1/2 pimentão amarelo, 1/2 pimentão verde e 1/2 pimentão vermelho e desfiou o bacalhau já dessalgado. Depois, colocou a batata doce para cozinhar. Numa outra panela, pôs azeite e dourou alho e cebola. Em seguida, refogou o pimentão neste tempero e juntou o bacalhau desfiado, formando uma massa. Quando a batata doce estava bem macia, ele escorreu a água e amassou-as, formando um purê com um pouquinho de leite. Aí, foi só misturar a batata doce à massa de bacalhau, despejar em um pirex grande e cobrir com muito queijo ralado. Foi ao forno para gratinar.

Eu adorei. Ele achou que, na próxima, o bacalhau deve estar mais dessalgado para que o gosto da batata doce sobressaia mais. Eu achei que o purê de batata doce deve estar mais consistente para que a brandade fique como uma torta.

A inspiração veio daqui.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Batatas Gratinadas

Vamos combinar? Tem alimento mais versátil que a batata? Dá pra fazer cozida, purê, frita, assada, usar como massa e até fazem doces com ela. Aqui em casa, ela sempre está presente.


Nessa receita, cortamos 2 batatas em fatias finas. Em um panela, temperamos 1/2 xícara (chá) de leite com um pouco de fondor. Num ramequim, dispusemos uma camada de batatas, regamos com o leite e polvilhamos um bom punhado de queijo parmesão ralado. A montagem foi feita alternando essas mesmas camadas por mais três vezes.

Levamos ao forno quente para que as batatas cozinhassem e o queijo gratinasse. Servimos com picadinho de carne coberto por alho-poró refogadinho.

Ficou bom, mas da próxima vez vou testar com mussarela ralada. Acho que vai ficar com um sabor menos forte.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Abobrinha Colorida

Tinha metade de três pimentões e um abobrinha na geladeira. Daí surgiu essa receita. Um ótimo acompanhamento para um arrozinho branco e um bife grelhado.


Piquei meia cebola e levei ao fogo com um pouco de óleo de canola. Adicionei 1/4 de pimentão vermelho, 1/4 de pimentão amarelo e 1/4 de pimentão verde, todos picados em pedaços pequenos e deixei refogar um pouco.

Nessa hora, surpresa: o gás acabou! Aqui em casa só temos um botijão de gás, logo, quando acaba um, precisamos pedir outro pelo telefone e esperar chegar. Mas como o almoço não pode esperar, botei o refogado num pirex, juntei a abobrinha e continuei a receita no microondas.

Pus em potência alta por 5 minutos com o pirex semi tampado. Retirei, temperei com sal, vinagre e um fio de azeite, mexi e voltei ao microondas por mais 10 minutos. Provei e, como estava macia, servi. Talvez tenha ficado até melhor no microondas do que ficaria se fosse feita na panela.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Torta de Limão da Minha Mãe

Minha mãe faz a melhor torta de limão que eu já comi! Marido, então, ama! Dessa vez, ela fez uma só pra nós, inteirinha!


Eu já tentei fazer, mas não consigo. A massa não dá certo comigo. E, olha, eu sou daquelas que segue a receita milimetricamente.

A massa é uma mistura de 2 xícaras (chá) de farinha de trigo, 2 colheres (sopa) de açúcar, 1 gema e 100g de manteiga. Depois de mexer bem, forre a fôrma com a massa. Fure-a com um garfo e leve ao forno médio por uns 10 minutos.

Por cima, a melhor parte: o creme de limão. Esse é feito com 1 lata de leite condensado e o suco de 2 limões. Você junta os dois e, conforme vai misturando, o creme fica espesso. Despeje sobre a massa.

Para a cobertura, bate-se 2 claras em neve. Quando estiverem bem firmes, adiciona-se 2 colheres (sopa) de açúcar. Esse merengue vai no topo de tudo. Se quiser, rale um pouco da casca do limão por cima. Volte ao forno, desta vez mais quente, para que a cobertura fique douradinha.

Eu não dou conta de fazer, mas pra comer sou a primeira!

sábado, 2 de outubro de 2010

Salada de Feijão Fradinho e Atum

Ai, caramba! Só hoje me dei conta de que o Blogger não publicou as receitas que eu tinha deixado programadas. Droga! Bom, aí estão elas.

Saladinha leve, mas que alimenta bem, já que tem o feijão. Achei numa revista de receitas light, parece que tem poucas calorias por porção.


Cozinhei o feijão-fradinho (quando cozinho feijão, coloco logo o pacote todo na panela e depois congelo. Então, virão mais receitas com esse feijão por aí). Coloquei a porção que eu queria usar em um pote e o levei à geladeira. Piquei 2 tomates, 1/2 pimentão e misturei ao feijão. Abri uma lata de atum - light, é claro - e juntei ao feijão. Temperei com vinagre, umas gotinhas de limão e um fio de azeite.

Pronto, é só servir! Bom, rápido e não engorda!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Salsicha Enrolada

Aqui em casa, temos uma regra: nada estraga, nada vai pro lixo e só vamos ao supermercado novamente quando a geladeira e a despensa estão vazias. Muitas e muitas vezes os pratos são inventados levando em conta esse preceito.


Nesse, fizemos uma massa básica de panquecas (na verdade, meia massa foi o suficiente), enrolamos uma salsicha de peru nelas e cobrimos com um molho feito de creme de leite e queijo ralado. Foi servido com salada de alface e cenoura. Não foi um graaande jantar, mas teve o suficiente: proteína, carboidrato, laticínio, verdura, legume, cor, sabor e aroma. Tá bom, né?!

Mas é fato: temos que ir ao supermercado essa semana. Até porque a faxineira já disse que se recusa a limpar a casa inteira com água e sabão em pedra, que é tudo o que temos...

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Batatas Laminadas

Batata e macarrão são duas coisas que precisam de uma criatividade infinita para fazer diferente. Não tem receita que chegue!


Consegui fazer uma inédita. Descasquei as batatas e as fatiei em lâminas finas, mas sem separá-las. Cortei até quase o final, de forma a deixar as fatias unidas. Coloquei no microondas por 3 minutos enquanto preparava o tempero. Misturei 1 colher (sopa) de manteiga com um pouco de fondor e besuntei as batatas já quentes. Levei-as ao forno médio preaquecido por 30 minutos, mais ou menos, até que estivessem douradas.

Fiz um molho com água, um pouco de fondor e meia caixinha de creme de leite. Quando ferveu, coloquei duas colheres (chá) de mostarda em grãos, mexi bem e servi por cima das batatas já assadas.

Ficou ótimo para servir com carne e salada. A batata fica crocante e macia ao mesmo tempo; bem temperada, mas não ofusca os outros pratos. Terá repeteco com certeza!

domingo, 26 de setembro de 2010

Habib's

Preguiça de fazer comida, geladeira deserta ou cansaço sempre leva ao mesmo lugar: o telefone. Nessa hora, só o delivery salva. Aqui, além da clássica pizza, os mais próximos são Mc Donald's, Bob's ou Habib's. Preferimos o Habib's porque oferece algo além do hambúrguer.


Pensar no Habib's é pensar em esfiha, especialmente a de queijo, que eu adoro, diga-se de passagem. Mas o melhor de lá são os pratos árabes. Esse aí de cima é o prato verão, uma bandejinha dividida em quatro partes com tabule, kibe cru, homus e coalhada seca, acompanhado de um pão sírio.

Tem também o prato primavera que é com kafta, charutinho de repolho e de uva e abobrinha recheada. Esse pedimos menos vezes porque tudo vem com muito molho. Mas, ó, salva bem na hora do desespero, é nutritivo e é um árabe bem feitinho.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Sopa de Feijão Branco com Legumes

Tô gripada, então Marido fez uma sopa super nutritiva pra mim. Colocou um monte de coisas que eu gosto e fez a sopa mais incrível do ano!


Ele dourou alho e cebola picados no azeite, juntou o 1/2 alho-poró fatiado e refogou. Depois, acrescentou a 3 linguiças de frango em rodelas e deixou que elas fritassem um pouco. Só então colocou o feijão branco (1 pacote) e muita água, um tablete de caldo de galinha e uma folhinha de louro.

Como aqui em casa temos medo de panela de pressão, o feijão demorou um pouco pra cozinhar, mas quando começou a ficar macio, Marido pôs 1 cenoura em rodelas e 1 abobrinha picada. Com o feijão já cozido, ele adicionou o resto de um pacote de macarrão. Naquele caldo fervilhante, a massa cozinhou rápido e nos deliciamos.

Comi muito e tenho certeza que é o que fez diferença na minha melhora. Essa sopa vai curar a minha gripe, a minha dor de garganta e a minha falta de voz. Quase uma garrafada!

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Mingau de aveia

E a gripe continua comigo. Acho que ela se apaixonou por mim ou algo do tipo. Quero ver como é que eu vou dar aula mais tarde com esse pouco de voz que ainda me resta...


Em casa, bateu uma fominha e eu precisava de algo quente e gostoso. Não tinha Marido, não moro mais com mamãe (como mãe faz falta quando você está doente...). E foi justamente por me lembrar dela que fiz esse mingau. Comia muito isso no lanche da tarde quando eu era criança.

Mais fácil de fazer, impossível. Coloquei numa panela 250ml de leite, 4 colheres (sopa) de aveia e 1 de açúcar demerara. Levei ao fogo alto, sempre mexendo, até engrossar. Coloquei num potinho e polvilhei bastante canela, porque dizem que faz bem para as cordas vocais.

Hoje em dia, chamam isso de comfort food. Eu chamo de comida de mãe, porque para mim não há nada mais (re)confortante que a casa da mãe da gente, o lugar pra onde você sempre pode ir que será bem recebido. Comida que lembra a infância é tudo de bom!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Filé Mignon ao Vinagre Balsâmico

Comprei, numa banca de jornal, um livro de receitas italianas por R$7,90. Achei que só fosse encontrar molhos para massas, mas me enganei redondamente. O livro é cheio de receitas incríveis de carnes, sopas e saladas.


Essa receita veio dele, mas eu a modifiquei um pouco. Vou colocar aqui a original:

600g de filé mignon
oléo de milho a gosto
40ml de vinagre balsâmico
50ml de caldo de carne
20g de manteiga
2 dentes de alho picados
alecrim picado a gosto
sal e pimenta-do-reino a gosto

Corte a carne em 4 escalopes. Leve ao fogo alto uma frigideira com o óleo e doure os filés. Retire-os e reserve em local aquecido. Na mesma frigideira, adicione o vinagre balsâmico, o caldo de carne, a manteiga, o alho, o alecrim, o sal e a pimenta. Ferva, cubra os escalopes com esse molho e sirva.

Eu não segui à risca, não. Como eu queria tudo meio junto, cortei o filé mignon em quadradinhos e não os retirei da frigideira. Juntei os ingredientes do molho (menos o caldo de carne, porque não tinha) junto com a carne mesmo. Sem contar que essas quantidades são incalculáveis! Coloquei tudo de olho.

Servi com um cuscuz marroquino, temperado com sal e manteiga, e misturado com ervilha, milho, cenoura e vagem. Inclusive, o cuscuz marroquino tem estado na moda aqui no Rio. Tem até restaurante de shopping servindo, num bowl, com "cobertura à sua escolha". Muuuito modinha!

P.S.: o tal livro é de uma coleção intitulada Cozinha do Mundo. Já tem outros nas bancas, mas por R$15,90. Talvez eu compre o do México.

sábado, 18 de setembro de 2010

Peixe ao Curry e Leite de Coco

Tinha um restinho de leite de coco na geladeira, o que me fez pensar naquilo que para mim é óbvio: farei um peixe ou um bolo de fubá. Pra mim, leite de coco pede uma dessas coisas.

Como já tinha feito um muffin de fubá há poucos dias, o peixe teve sua vez. Porém, só o leite de coco também não ia dar a bossa que eu queria. Entrou em cena o Sr. Curry!


Tava a fim de um peixe bem temperado. A ideia era fazer uma caminha de cebola e alho refogados e dourar o peixe já temperado com sal, pimenta e limão aí. Depois, colocaria o leite de coco, deixaria apurar, adicionaria o curry e serviria.

Só que, fazendo uma incursão pela geladeira, achei um pimentão (da minha irmã) pequeninho e vermelhinho, um pouco de coentro e meio pacote de seleta de legumes congelada. Isso mudou um pouquinho os meus planos.

Depois de dourar os peixes, despejei na frigideira o caldinho que sobrou na tigela, para que ele se misturasse ao leite de coco. Adicionei também o pimentão fatiado antes de colocar o leite de coco. O coentro, piquei e polvilhei no final. Com a seleta, fiz um arroz colorido, despejando o conteúdo do pacote, congelado mesmo, junto com a água fervente no arroz.

Os sabores se complementaram e o peixe ficou sensacional. Muitos temperos, mas nada sobressaiu, ficou muito harmônico. Modéstia à parte, arrasei!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Muffins de Fubá e Morango

Época de morangos e eu não conseguia comprar uma caixinha. Vocês já viram como estão os morangos hoje em dia? Eles são tão grandes que chegam a ficar deformados! E não tem sabor nenhum...

Já ouvi dizer que os morangos orgânicos são normais: pequenos, vermelhos e saborosos, mas como na feira aqui de perto não vendem orgânicos, tive que me resignar e procurar. Depois de três semanas (!) procurando, finalmente achei uma caixinha mais ou menos, com morangos que não davam medo. Aí, fiz esses muffins.


1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de fubá
1 xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento químico em pó
2 ovos
1 caixinha de creme de leite
4 colheres (sopa) de óleo
1 xícara e meia (chá) de morangos picados
2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro

Misture a farinha de trigo com o fubá, o açúcar e o fermento. Em uma batedeira, bata os ovos por cerca de 2 minutos. Desligue e misture com o creme de leite e o óleo. Adicione a farinha aos poucos, misturando até ficar homogêneo. Junte os morangos picados. Coloque a massa em formas de empada de papel, enchendo até a metade. Leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por cerca de 20 minutos, ou até ficar dourado. Sirva polvilhado com açúcar de confeiteiro.

Alguns pitacos:

a) quem disse que forminhas de silicone não precisam ser untadas é um imbecil;

b) quem (euzinha!) acreditou nessa lorota é mais imbecil ainda; o troço gruda na fôrma e perde a forma (eu me recuso a aceitar a reforma ortográfica para certas palavras. Fôrma e forma são diferentes!!!)

c) o gosto do fubá fica singelo nos bolinhos;

d) se você cortar os morangos bem pequeninhos, eles derretem no muffin e quem come não consegue identificar se é framboesa, amora ou morango. Só percebe que é uma fruta vermelha e que é muito bom; e

e) o original tá aqui.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Panquecas

Marido AMA panquecas. E diz que essa receita faz as melhores do mundo. Agora ele aprendeu a fazer e está arrasando.


A massa é essa aí debaixo e o recheio pode ser o que você quiser (nessas, era de carne moída com molho de tomate):

1 1/2 xícara (chá) de leite
1/4 xícara (chá) de óleo
1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
2 ovos
sal a gosto

Bata todos os ingredientes no liquidificador. Coloque uma concha de massa em uma frigideira antiaderente quente, doure dos dois lados, recheie e enrole.

Agora, ninguém segura o Marido... Vão ser panquecas atrás de panquecas e com os recheios mais variados possíveis. A-D-O-R-O!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

Cenoura Rostie

Marido comeu essa cenoura em um restaurante outro dia. Decidiu reproduzí-la para mim num almocinho simples, junto com um bife de filé mignon perfeito.


A receita é essa, em palavras dele: "rale 2 cenouras médias. Em uma panela com água fervente, cozinhe as cenouras por cerca de 10 minutos. A seguir, escorra a cenoura retirando toda água possível. É importante que a cenoura esteja bem seca. Numa frigideira antiaderente, coloque 4 colheres (sopa) de cenoura. Com uma espátula, pressione a cenoura até que fique bem compactada. Em seguida, coloque um pouco de queijo parmesão ralado por cima e vire a cenoura para que fique bem crocante, depois de um minuto e meio, mais ou menos. Faça o mesmo com o outro lado. Se, ao retirar a cenoura rostie, ela se desmanchar, não se preocupe. voce poderá compactá-la no próprio prato. Ficará bom. Bon apetit".

Aproveitem a safra da cenoura para fazer. E depois voltem para me dizer como ficou.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Rocambole de Pastel

Pelo que já vi, essa receita faz muito sucesso por aí. É do Rainhas do Lar. Como todo mundo lá elogiou bastante, fiz!


Por aqui, usamos três recheios. No primeiro, untei a massa com maionese e recheei com mussarela, peito de peru, azeitonas pretas, tomate e manjericão. No segundo, besuntei com requeijão, dispus frango desfiado, cenoura ralada, passas e cebolinha. No terceiro, maçã, açúcar e canela. Enrolamos como rocambole e levamos ao forno por 30 minutos.

No site, dizia para passar gema por cima e cobrir com papel alumínio, mas aqui em casa não deu muito certo não. O alumínio grudou na massa e acabou rasgando o rocambole. Mas pra quem tá com pressa, é uma mão na roda. Pelo menos, você tira o pastel da fritura.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Tá Chovendo Hamburguer



Marido e eu somos duas crianças grandes! Neste feriado, fizemos em casa uma sessão de cinema com o desenho Tá Chovendo Hamburguer. Precisávamos de um cardápio à altura, né?


Fomos de hambúrguer (o sabor defumado da Perdigão é dos melhores que já provamos) com queijo, salada de alface e tomate e maionese. Batatas fritas deliciosas foram o acompanhamento perfeito. Para beber, milk shake de chocolate!


Na cabeça, um único pensamento: como era bom quando eu era criança, magra como um palito, e não contava calorias...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Pão de Coco

 Esse é o meu primeiro pão doce. Mais uma massa feita na máquina de fazer pão. Bati a massa na máquina, abri-a com um rolo, recheei e levei para assar.


Para a massa, usei:

240ml de água
1 1/2 colher (sopa) de margarina light
1 1/2 colher (chá) de sal
6 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) de leite em pó
3 copos de farinha de tripo
2 colheres (chá) de fermento biológico seco

Coloquei na máquina no ciclo massa, só para bater. Abri numa superfície enfarinhada e recheei com 1 lata de leite condensado misturada a 100g de coco ralado seco. Enrolei como um rocambole, coloquei em um pirex retangular e levei ao forno por 30 minutos.

Erro: eu devia ter previsto a lei da gravidade - o recheio, obviamente, desceu e as partes de cima das fatias ficaram sem coco. Em compensação, as debaixo ficaram com um creme de coco inacreditável... Mas na próxima vou colocar uma camada mais grossa de recheio na parte que for enrolar por último.


sábado, 4 de setembro de 2010

Peixe ao Leite de Coco com Purê de Batata-Baroa

Conheci o Na Casinha da Paty através do sorteio da pipoqueira que fiz aqui no blog. Gratíssima surpresa! De lá tirei essa receita de peixe sensacional.


Fiz mais ou menos como o original. Temperei o peixe com sal, pimenta e limão. Cozinhei as batatas-baroa, amassei e misturei com um pouquinho de leite de coco. Piquei cebola e alho, dourei no azeite, dispus os peixes e dourei-os dos dois lados. Adicionei o caldinho do peixe que sobrou no pirex, juntei tomates e pimentão picados. Espalhei coentro picado por cima, tampei e deixei apurar. Joguei o leite de coco e esperei que ele se unisse aos temperos. No final, espalhei o purê por cima dos peixes, aguardei um pouco e desliguei o fogo.

Paty, querida, Marido foi só elogios e não ousaria discordar dele: o seu peixe é realmente maravilhoso. Será repetido muitas e muitas vezes aqui em casa.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Bacalhau à "Bras-uca"

O Bacalhau à Brás é uma receita clássica portuguesa. Marido já fez pra nós. Dessa vez, como não tinha batata palha, ele inventou um bacalhau quase igual, mas, segundo ele, bras-uca, porque ficou todo verde e amarelo. Ficou melhor que o original, tenho que confessar...


Em bastante azeite, refogue alho, junte o pimentão verde picado e depois o bacalhau já limpo, dessalgado e desfiado até ficar bem douradinho. Adicione as azeitonas pretas. Numa frigideira, coloque azeite e faça ovos mexidos. Misture-os ao bacalhau reservado. Ao final, coloque cebola e cheiro verde picadinhos, mexa e sirva com arroz branco.

Eu gosto de comprar o bacalhau pronto, já limpo e desfiado, mas ainda salgado. Não tenho paciência pra ficar tirando pele e espinhos, então esse é o melhor jeito. Como não é muito caro (quase o mesmo preço da carne), virão mais receitas de bacalhau por aí. Podem esperar! 

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Macarrão a Pizzaiolo

Segundo o livrinho de onde tirei esta receita, esta é uma boa forma de "emagrecer" a sua massa. As calorias do molho são poucas, mas o sabor é grande e não fica pesado.


Enquanto cozinha a massa de sua preferência, doure 1 dente de alho picado em um pouco de azeite. Junte 1/2 caixa de tomates-cereja cortados ao meio e saltei-os por uns 5 minutos. Tempere com sal e pimenta. Escorra o macarrão, junte-o na panela dos tomates, acrescente folhas de manjericão e, por último, pedaços de queijo branco. Mexa bem e sirva.

Não é nada demais, né? Mas a cozinha precisa mesmo ser elaborada? A gente tem mesmo que se matar para fazer uma comida boa? Eu sinceramente acho que não...

P.S.: Já que o prato principal foi magro, dá pra rolar uma sobremesa, não acha?

domingo, 29 de agosto de 2010

Torta de Iogurte e Palmito

Essa torta tem uma massa bem mais leve que a de um empadão. Acho que é porque é feita com iogurte na massa. E o recheio ficou bem temperadinho, muito bom!


5 colheres (sopa) rasas de margarina light
1 pote de iogurte desnatado
1 ½ xícara (chá) de farinha de trigo
1 cebola picada
1 colher (sopa) de azeite
300g de palmito picado
2 tomates picados
100g de mussarela picada
1 colher (sopa) de salsa picada

Coloque a margarina e metade do iogurte em uma vasilha grande, adicione a farinha e amasse até dar o ponto. Deixe descansar por cerca de 10 minutos. Em uma panela, doure a cebola no azeite e junte os palmitos e o tomate. Refogue por cerca de 5 minutos e retire de fogo. Misture, então, a mussarela, o iogurte e a salsa. Forre o fundo e os lados de uma forma e reserve um pouco da massa. Coloque o recheio. Faça tiras de massa e cubra a torta. Leve ao forno para assar por cerca de 30 minutos.

Ainda dizem que é uma torta light, mas como eu não acredito em nenhuma massa light, comi com culpa mesmo. E não me arrependi, porque estava muito boa. Só servi com uma saladinha pra ficar mais bonito... hehehe...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Sopa mineira (ou a sopa mais fácil de todas)

Essa receita é tu-do! Muito rápida, daquelas que você consegue fazer sem sacrifícios quando está muito cansada. Ótima para um dia frio, quando tudo o que você quer é chegar em casa, tomar um banho quente, comer algo aconchegante e dormir.


Bata no liquidificador uma lata de milho verde escorrida e 1 xícara (chá) de água. Despeje em uma panela e use um pouquinho mais de água dentro do copo do liquidificador pra não desperdiçar muito. Leve essa mistura ao fogo com um tablete de caldo de carne ou de frango (você escolhe). Quando ferver, adicione aos poucos meio molho de couve picada. Mexa, deixe cozinhar mais uns 5 minutos, desligue e sirva.



Fala, é ou não é uma moleza?

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mais uma do Marido

Realmente, minha gente, Marido é um homem completo: prato principal e sobremesa! Olhem pra isso!


Marido grelhou fatias de maçã numa frigideira antiaderente, flambou com Cointreau, temperou com canela e serviu quentinho com sorvete de creme (light, tá?). Mas olha a disposição das coisas, a beleza do prato escolhido... Infelizmente, vocês não vão saber do sabor, só do meu relato: estava uma delícia!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Coisas de que Marido não gosta (e eu muito me beneficio)

Marido não gosta de:

  • molho de tomate pronto
  • queijo ralado de saquinho
  • strogonoff sem champignon
  • comida requentada
  • louça fazendo aniversário na pia
  • cozinhar sem vontade
  • que eu fique muito tempo sem comer



Esse macarrão ele fez especialmente pra mim, num domingo em que eu estava totalmente enlouquecida com os trabalhos da faculdade. Deixou pronto e saiu de casa para não me atrapalhar. Fagottini de queijo com molho de tomates frescos, um punhado de azeitonas pretas picadas e queijo parmesão ralado.
 
A-DO-RO!!!

sábado, 21 de agosto de 2010

Caldo Verde

Tá, eu sei que todo mundo sabe fazer caldo verde, mas posso dizer como faço o meu?


Primeiro, fatio o paio. Depois, descasco as batatas e corto em cubos grandes. Aí, refogo os paio sem gordura, porque ele já soltam um pouco. Quando eles estão mais ou menos fritinhos, adiciono bastante alho, mexo um pouco até eles ficarem levemente dourados e coloco água e as batatas.

Enquanto as batatas estão cozinhando, lavo e pico as folhas de couve. O segredo é picá-las bem pequeno, para que na hora de comer elas não fiquem emboladas. Neste tempo, as batatas já devem estar macias. Você, então, retira todas as fatias de paio com uma escumadeira e as reserva em um prato. Com o mixer, tritura as batatas na panela mesmo, colocando mais água, caso seja necessário. Volte a panela ao fogo, espere ferver e agregue a couve picadinha. Deixe cozinhar pouco tempo, prove o tempero e retorne os paios para o caldo. Pronto!

Nesse da foto, tivemos um ingrediente especial: as couves orgânicas da horta da minha irmã. As folhas são bem menores do que as que compramos por aí, mais ou menos do tamanho da palma da nossa mão. Isso porque elas precisam ser colhidas antes que as lagartas, espertas que são, descubram o quão apetitosas elas estão. Mas o sabor, a maciez, a cor, são sem comparação...

Fico pensando nas pessoas que têm quintal em casa e não aproveitam esse espaço para se alimentarem melhor. Nós, na nossa mísera varanda, cultivamos tantas coisas em vasinhos... Sonho com uma horta um dia. Quem sabe, né?